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013
“Boa mulher, não é? O que faríamos sem ela? — E tu só lhe dás dois mil euros por mês. — Olena, já pusemos o apartamento no nome dela. Nicolau levantou-se da cama e foi lentamente até ao quarto ao lado. À luz do candeeiro nocturno, de olhos cansados, olhou para a mulher. Sentou-se ao lado dela, escutou. — Parece estar tudo bem. Levantou-se e foi devagar até à cozinha. Abriu um kefir, foi à casa de banho. E voltou para o seu quarto. Deitou-se. Não tinha sono: — Nós, eu e a Olena, já temos noventa anos. Quanto tempo vivemos? Já falta pouco para irmos desta para melhor, e não há ninguém por perto. As filhas, a Natália já não está cá, nem sequer tinha sessenta anos. O Maxim também já não está. Era dado à farra… Só há a neta, a Oxana, que já vive na Polónia há vinte anos. Nem se lembra dos avós. Já terá os filhos grandes… Sem se dar conta, adormeceu. Acordou com o toque de uma mão: — Nicolau, está tudo bem? — ouviu-se uma voz ténue. Abriu os olhos. A mulher inclinou-se sobre ele. — O que foi, Olena? — Estava a ver, tu estavas tão quieto. — Ainda estou vivo! Vai dormir! Ouviram-se passos arrastados. O interruptor da cozinha fez ‘clique’. D. Olena foi beber água, deu um pulo à casa de banho e seguiu para o quarto dela. Deitou-se: — Um dia acordo, e ele já se foi. O que vai ser de mim? Ou serei eu primeiro? O Nicolau até já tratou do nosso funeral. Nunca imaginei que isso se pudesse organizar com antecedência. Por outro lado, ainda bem. Quem faria por nós? A neta esqueceu-se de nós. Só a vizinha Ivone é que vem cá. Tem a chave do apartamento. O avô dá-lhe mil euros da nossa reforma. Às vezes compra comida ou o que for preciso. Para onde havíamos de gastar o dinheiro? E já nem descemos sozinhos do quarto andar. O Sr. Nicolau abriu os olhos. O sol espreitava pela janela. Foi à varanda e viu o topo verde da cerejeira-brava. Um sorriso apareceu-lhe no rosto: — Chegámos ao verão! Foi ver a mulher. Ela estava sentada na cama, pensativa. — Olena, vá lá, anima-te! Vem cá, quero mostrar-te uma coisa. — Ai, estou sem forças! — a idosa levantou-se com dificuldade. — O que vai ser agora? — Anda, anda! Apoiando-a pelos ombros, conduziu-a até à varanda. — Olha, a cerejeira já está verde! E tu dizias que não chegávamos ao verão. Aqui estamos! — Olha, é verdade! E o sol brilha. Sentaram-se no banco da varanda. — Lembras-te de quando te convidei ao cinema? Ainda na escola. Nesse dia, a cerejeira também ficou verde. — Como esquecer? Quantos anos passaram? — Setenta e tal… Setenta e cinco. Sentaram-se muito tempo ali, a recordar a juventude. Muita coisa se esquece com a idade, até o que fizemos ontem, mas da juventude nunca se esquece. — Olha, já falámos tanto! — disse a mulher. — E ainda não tomámos o pequeno-almoço. — Olena, faz um chá daqueles bons! Já chega de beber aqueles chás de ervas. — Mas não podemos. — Ao menos um chá fraco com uma colherinha de açúcar. O Sr. Nicolau bebeu o chá fraquinho a acompanhar um sandes de queijo e recordava os tempos em que tomava chá forte e doce ao pequeno-almoço, com bolos ou panquecas. Entrou a vizinha. Sorriu, satisfeita: — Então, como estão? — O que é que dois velhotes de noventa anos podem ter? — brincou o avô. — Ora, se brinca é bom sinal. O que precisam que compre? — Ivone, compra carne! — pediu o Sr. Nicolau. — Não podem comer isso. — Pode ser frango. — Ok, compro. Faço-vos uma sopinha com massa! A vizinha limpou a mesa, lavou a loiça. E saiu. — Olena, vamos à varanda — sugeriu ele —, apanhar sol. — Vamos! A vizinha foi ter com eles à varanda: — Já tinham saudades do sol? — Está-se bem aqui, Ivone! — sorriu D. Olena. — Pronto, vou trazer-vos a papa, já vou começar a preparar a sopa de almoço. — Boa mulher — comentou ele olhando-a enquanto se afastava. — O que seria de nós sem ela? — E tu só lhe dás dois mil euros por mês. — Olena, já pusemos o apartamento no nome dela. — Ela não sabe disso. Ficaram assim na varanda até ao almoço. Ao almoço houve sopa de frango, saborosa, com pedaços de carne e batata esmagada. — Sempre fazia assim para a Natália e o Maxim, quando eram pequenos — relembrou Olena. — Agora, na velhice, são estranhos que cozinham para nós — suspirou o marido. — Talvez, Nicolauzinho, seja esse o nosso destino. Quando já cá não estivermos, ninguém há de chorar por nós. — Chega, Olena, não vamos ficar tristes. Vamos dormir um bocadinho! — Nicolau, não dizem por acaso: “Idoso e criança, tudo igual”. A nossa vida é como a das crianças: sopa passada, sesta, lanche. O Sr. Nicolau dormitou um pouco, mas acordou — não tinha sono. Devia ser do tempo a mudar. Foi à cozinha. Sobre a mesa havia dois copos de sumo, preparados pela Ivone. Pegou com as duas mãos e, cuidadosamente para não entornar, levou-os ao quarto da mulher. Ela estava sentada na cama, a olhar pensativamente pela janela: — O que foi, Oleninha, que ficaste triste? — sorriu o marido. — Vamos beber sumo! Ela pegou e bebeu um golo: — Também não consegues dormir? — Deve ser do tempo. — Sinto-me fraquinha desde manhã, — abanou a cabeça tristemente Olena. — Sinto que me resta pouco. Mas quero que me dês um enterro decente. — Olena, não digas essas coisas. Como vou viver sem ti? — Alguém há de partir primeiro. — Basta! Vamos à varanda! Ficaram lá até ao fim do dia. A Ivone preparou queijadas. Comeram e sentaram-se a ver televisão. Todas as noites era assim. Os filmes novos já não lhes diziam nada. Preferiam ver comédias antigas e desenhos animados. Nesse dia viram só um desenho animado. Dona Olena levantou-se do sofá: — Vou-me deitar. Sinto-me cansada hoje. — Também vou. — Deixa-me olhar bem para ti! — pediu a mulher de repente. — Para quê? — Quero olhar. Ficaram muito tempo a olhar um para o outro. Deviam estar a recordar a juventude, quando tudo estava por acontecer. — Vou-te levar à cama. Olena pegou no marido pelo braço, e foram caminhando devagar. Ele aconchegou a mulher com o cobertor, e foi para o seu quarto. O coração pesava-lhe no peito, demorou muito a adormecer. Achou que não dormiu nada. Mas o relógio digital marcava duas da manhã. Levantou-se e foi até ao quarto da mulher. Ela estava de olhos abertos. — Olena! Segurou-lhe a mão. — Olena, então?! Olena! E, de repente, também ele não conseguia respirar. Foi ao seu quarto, pegou nos documentos já preparados, deixou-os sobre a mesa. Voltou para junto da mulher. Ficou a olhar-lhe o rosto muito tempo. Depois deitou-se ao lado dela e fechou os olhos. Viu a sua Olena, jovem e bela, como há setenta e cinco anos. Ela caminhava para uma luz ao fundo. Ele correu ao encontro dela, agarrou-lhe a mão. De manhã, Ivone entrou no quarto. Eles estavam lado a lado. Nos rostos tinham o mesmo sorriso sereno e feliz. Finalmente, a vizinha chamou o INEM. O médico, ao chegar, olhou para eles e abanou a cabeça, surpreendido: — Partiram juntos. Devem ter-se amado muito… Levaram-nos. E a Ivone sentou-se exausta junto à mesa. Foi então que viu os documentos e o testamento em seu nome. Enterrou a cabeça nas mãos e chorou… Deixe o seu gosto e partilhe a sua opinião nos comentários!
É uma boa mulher. O que seria de nós sem ela? Só lhe dás mil e quinhentos euros por mês. Zulmira, já
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09
„Веднага се прибирай вкъщи!“ – почти изкрещя съпругът ѝ. „Или не ти пука за собствената ти дъщеря? Писна ми вече аз да седя с нея!“ Елена вдигна чаша шампанско, усмихната към приятелката си Олга. Рожденият ден бе истински успех – около двайсет души се бяха събрали в любимото кафе, смехът не секваше и за първи път от месеци тя се чувстваше просто жена, а не само майка на едногодишната Юлия. – За твоето щастие! – каза тя точно когато телефонът звънна остро. – Елена, къде си?! – гласът на Михаил бе видимо раздразнен. – Дъщеря ни реве вече час и половина! – Мишо, казах ти, че ще се забавя. Олга празнува само веднъж годишно. Разбрахме се… – Обеща да се върнеш след два часа! Вече са станали три! Елена се оттегли от масата, за да не пречи на другите. – Опитай с бутилка вода. Може да ѝ е горещо. – Пробвах всичко! Юлия е болна, има нужда от майка си! – Мишо, успокой се. Провери ѝ памперса – може би я дразни нещо. Ще съм у дома до час. – Не! Прибирай се веднага! – Михаил бе на ръба да закрещи. – Или не те интересува собственото ти дете? – Добре, ще дойда десет минути по-рано. – Елена, ти… – Заето. Затвори телефона. Елена се върна на масата, но празничното настроение вече бе помрачено. Приятелките се струпаха притеснени около нея. – Какво стана? – попита внимателно Олга. – Юлия плаче, а Мишо не може да я успокои. Каза, че е болна. – Господи, мъж е все пак! – възкликна Татяна. – Моят Игор първоначално се паникьосваше, мислеше, че ще счупи бебето ако го докосне! – А моят мъж и досега не може да разбере защо дъщеря ни плаче – засмя се Марина. – За всяко нещо ме звъни. – Момичета, може би все пак да тръгвам? – разколеба се Елена. – Първият ти излизане за три месеца! – твърдо отвърна Олга. – Той може да почака още час. Нека се научи да бъде баща. Елена се опита да се върне към разговора, когато Михаил нахлу в кафето, държейки хлипаща Юлия. – Ето я! – извика през цялата зала. – Майка на годината! Докато дъщеря ѝ умира, тя се весели! Всички разговори секнаха. Хората се обърнаха, а Елена се изчерви. – Мише, какво правиш? – прошепна тя. – Правя онова, което трябваше да направя преди час! – Михаил театрално разлюля детето. – Доведох умиращата ти дъщеря при безотговорната ѝ майка! – Престани да правиш сцени, – изправи се Олга. – Не е уместно, и детето, напомням, е твое също. – Не се меси! – изсъска Михаил. – Ти я откъсна от Юлия! Виж – той посочи мокрите очи. – По-тихо, млади човече, – обърна се към него загадъчно побелял господин от съседната маса. – Хората се опитват да вечерят. – Това не ви засяга! – излая Михаил. – Жена ми изостави болно дете! – Мише, стига, – изправи се Елена, гушна дъщеря си. Юлия мигом се успокои в прегръдката ѝ. – Олга, извинявай – обърна се към приятелката си. – Трябва да вървя. – Разбира се! – злорадства Михаил. – Най-накрая си спомни, че си майка! – Недей да се извиняваш, – прегърна я Олга. – Това не е твоя вина. – Отивай да го дякаш! – не се сдържа Татяна. – Нормален мъж така не се държи! Михаил се наканваше да отвърне, когато управителят на кафето пристъпи решително към тяхната маса. – Съжалявам, но съм принуден да ви помоля да напуснете. Пречите на другите гости. Вкъщи Елена съблече Юлия и намери етикет, който се бе забил във вътрешната яка и оставил зачервена следа по нежната кожа. – Ето я голямата болест, – показа на съпруга си. – Етикетът е убивал. – Как да знам? – сви рамене той, отпускайки се на дивана. – Как ли? Като съблечеш детето и погледнеш! – Аз детегледачка ли съм? Това са женски работи. Елена се обърна към него. – Какво каза току-що? – Точно това. Мъжът работи, изхранва семейството. Децата са твоя грижа. – Мише, унижи ме пред всички заради етикет! – Поне вече знаеш – майката си е у дома, не по кафе с приятелки! – Сериозно ли? – не вярваше тя. – Мише, работя дистанционно, водя три проекта, гледам детето, готвя, чистя… Кога да почивам? – Почивка ли? – присмя се той. – Да си вкъщи с дете си е почивка. Опитай да се блъскаш в офис десет часа! – Опитай ти да не спиш нощем с ревящо бебе! – наостри се Елена. – Голяма работа! Нахрани, смени памперса… – Именно! Голяма работа, а ти дори етикет не можеш да намериш! Михаил грабна ключовете за колата. – Писна ми! Отивам при Серго да си отдъхна от този семеен рай. – Върви – кротко изрече жена му. – Както винаги правиш. Елена погледна затворената врата, прегърнала вече спокойната си дъщеря. Бързо събра нещата на Юлия, облече я и напусна апартамента. Половин час по-късно вече стоеше с куфар и количка пред вратата на свекървата. – Елена? – изненада се Ана Петровна. – Какво е станало? – Напускам Михаил. Може ли да останем при вас за няколко дни? – Разбира се, влизайте. Разкажи ми каква глупост сътвори този път. – Направи сцена в кафе, – каза Елена, люлейки Юлия. – Крещя, че съм отвратителна майка, че дъщеря ни умира… А то се оказа етикетът на дрехата. Дори не се опита да разбере. – Господи, какъв срам – поклати глава свекървата. – И после? – После каза, че децата са женско занимание. Той не е бавачка. – Разбирам, – сухо отвърна Ана Петровна. – Значи Юлия не е негова дъщеря? – Ето точно! А най-много беснее от мисълта, че домакинството е почивка. – Глупава бях – въздъхна възрастната жена. – Разглезих го. Надявах се женитбата ще го оправи. но той става само по-лош. На следващия ден Михаил се появи при майка си, бесен. – Мамо, къде е жена ми? Да се прибира веднага! – Няма да се връща – спокойно отвърна Ана Петровна. – А ти ми обясни защо си правил цирк в кафето? – Какъв цирк? Защитих интересите на дъщеря си! – От етикет? – хладно попита майка му. – Елена ми разказа всичко. – Недей да вярваш на нея! Преувеличава! – тупаше нервно Михаил. – Изгони я! Нека си ходи! – Михаил, седни – строго каза Ана Петровна. – Ще говорим като хора. – За какво? Жената си е вкъщи! – Като майка на внучката ми Елена има повече право да живее там. А ти… ти ме разочарова. – Мамо, аз изкарвам парите! – И Елена работи. От вкъщи, онлайн – но работи. Освен това гледа детето, домакинства. А ти? – Изхранвам семейството! – Прави го без показност. Помниш ли колко ми беше трудно, когато баща ти почина и те гледах сама? Мислех, че ще разбереш какво значи отговорност. – Е, не е същото. Моята работа е трудна, изнервяща… – А нейната е лека, нали? – саркастично го попита майка му. – Мишо, кога ти се вдигна последно нощем при бебето? – Защо да се вдигам? Тя има мляко! – Кога за последно игра с дъщеря си? Изведе я? Къпа я? Михаил мълчеше, явно без отговор. – Мамо, уморявам се в офиса… – И тя се уморява! Но не руши чужди празници! В очите на Михаил проблесна гняв. – Добре! Ще си намеря друга жена и ще се оженя! Нека тази си стои сама с детето! – Опитай – равно отвърна майка му. – Но първо не забравяй да плащаш издръжка. Аз ще следя! – Мамо, чия майка си всъщност? Моя ли – или нейна? – Майка съм на зрял мъж, който трябва да поема отговорност. Сега виждам само инфантилен егоист. Месец по-късно разводът бе факт. Михаил тържествуваше – най-после свобода! Дори заведе нова позната – Светлана, блондинка от съседния отдел. – Мише, апартаментът ти е прекрасен! – възхити се тя. – Това е нищо – похвали се Михаил. – Скоро всичко ще обновя, ще купя нови мебели. Щом се отървах от семейния товар, мога да си живея живота. – А бившата ти? – попита Светлана. – Какво за нея? Тя е при майка ми с детето. Нека си седи и гледа сама. – А издръжката? – Каква издръжка? – махна той. – Майка ми е заможна, няма да гладуват. В този момент с ключ влезе Ана Петровна, а зад нея появи се Елена с Юлия. – Защо я доведе тук? – в паника попита Михаил, щом видя бившата и детето. – Връщам истинските притежатели – обяви свекървата. – Апартаментът вече принадлежи на внучката ми Юлия. А ти, госпожо, си свободна. – Мамо, какво правиш? – изкрещя Михаил. – Това, което трябваше отдавна. Стягай си багажа – заминаваш да живееш при мен. – Мише, какво става? – объркана попита Светлана. – Нищо особено – спокойно отвърна Ана Петровна. – Синът ми пропусна да спомене, че апартаментът бе прехвърлен на внучката ми преди половин година. Предвидих тази развръзка. – Мамо, не може така! – умоляваше я Михаил. – Мога. И ще го направя. Елена, чувствай се у дома. Светлана грабна чантата и хукна, без да се сбогува. – Светле, чакай! – извика Михаил, но вече бе късно. Две години по-късно приятелите се дистанцираха от Михаил – уморени от мрънкане. Майка му бе хладна, категорично забрани да живее с друга жена в дома ѝ. Позвъни на Елена. – Ленче, да поговорим. Може би да се съберем отново? – Няма какво да се връща, Мишо. Аз вече съм си у дома. – Но сме семейство! Юлия има нужда от татко! – Можеш да бъдеш баща и след развод. Никой не ти пречи да виждаш дъщеря си. – Мога ли да помогна с детската стая? – Благодаря, затова вече помогна Виктор. – Какво? Кой е този Виктор? – напрегна се Михаил. – Колега. Много добър мъж. Между другото, поканил ме е на кафе утре. – Ще отидеш ли? – Мисля, че е време да започна да живея без теб. – Кой е този човек? Някакъв случаен? – Не е случаен. Помага ми вече три месеца. Играе с Юлия, пазарува когато съм болна. – Пари дава ли ти? – зададе кисело Михаил. – Не, Мишо. Помага, защото иска. Без избухвания и упреци. Михаил седеше в стаята на майка си, загледан в тавана. Всичко се срина заради един глупав етикет. Не – заради неспособността му просто да съблече детето и да провери какво го притеснява. Телефонът звънна. Елена. – Мишо, чудех се дали да ти кажа, но… Виктор ми предложи брак. – Какво?! – извика Михаил. – И ти? – Ще помисля. Но знаеш ли… той не прави сцени на публични места. Обожава да играе с Юлия. Не съм решила още, но… – Ленче, почакай… Не може така! Пет години сме живели заедно! – И? Тези пет години дават ли ти право да ми крещиш пред всички? – Не исках! Просто ме побъркваш с твоята „правота“ понякога! – Виждаш ли? Дори сега не можеш да говориш нормално. – Лена, да опитаме пак! – Не, Мишо. Виктор показа как мъж може да се държи с жена. Чете приказки за лека нощ на Юлия – не му е под достойнството. – И аз мога да чета „тези глупости“! – Не са глупости – важни са за дъщеря ни. Но ти не го проумяваш. – Проумявам! Просто се уморих да работя за вас! – Именно – „за нас“. Виктор казва „с нас“, не „за вас“. Разбираш разликата? – Ленко, почакай… – Решено е. Съжалявам, но семейството свърши онзи ден в кафето. Завинаги. Заето. Михаил бавно остави телефона, разбрал, че получи тъкмо онова, което искаше – пълна свобода от семейни задължения. Само че радост не донесе. В съседната стая чу майка си по телефона: – Разбира се, Ленче, на сватбата ще бъда. Твой избор е… и внучката ми… Михаил излезе ядосан от стаята. – Мамо! Какво правиш? – Говоря с Елена. Покани ме на сватбата. – Не може да ходиш! Аз съм ти син! – И? Това ти дава ли право да съсипваш живота на добро момиче? – Добро момиче? Тя ме заряза! – Правилно постъпи. На нейно място щях отдавна да си тръгна. – Благодаря за подкрепата, майко! – Подкрепа има, когато я заслужиш. Сега заслужаваш само истината. – Каква истина? – Че си егоист, Мишо. Мислиш само за себе си. – Ама работех! Пари носех у дома! – И смяташе, че това стига. Докато жена ти мълчеше и търпеше бурите ти. – Какви изблици? Не пиех, не изневерих! – Но постоянно крещеше. Унижаваше я. Срамуваше се от собствената си дъщеря. – Не съм се срамувал! Просто не знаех какво да правя с нея! – Трябваше да я обичаш, Мишо. Просто да я обичаш. Седмица по-късно Михаил се срещна с Елена пред детската градина. Тя прибираше Юлия, до нея стоеше висок мъж с очила. – Лено! Тя се обърна. Лицето ѝ стана предпазливо. – Здравей, Мишо. – Това ли е той? – кимна към мъжа Михаил. – Виктор, това е Михаил – бащата на Юлия. Виктор подаде ръка. – Приятно ми е да се запознаем. – Не мога да кажа същото – измърмори Михаил, без да поеме ръката. – Мишо, не започвай, – предупреди Елена. – Какво да не започвам? Тя е моя дъщеря! – Никой не спори. Можеш да я виждаш през уикендите. – Под негово наблюдение, нали? – Не, разбира се. Но искам да се оговаряме предварително. – А! Сега и разрешение трябва да искам? – Не само трябва – длъжен си. Аз съм законен настойник, ти си просто… биологичния татко. – Тате! – Юлия изтича от градината. Момиченцето се метна в ръцете му. Михаил я вдигна. – Здравей, слънчице. Липсваше ми. – И ти ми липсваше! А чичо Витя каза, че ще идем в зоопарка! – Чичо Витя?! – Михаил се сви. – Да! Много е добър. Купува ми сладолед и чете книжки! – Аха. Купи ми дъщерята със сладолед. Как смееш! Месиш се в живота ми! – Не в твоя – в техния – спокойно обясни Виктор. – Ти сам избра да си тръгнеш от живота им. – Не съм! Изхвърлиха ме! – Юлия, да си вървим – намеси се Елена. – Време е за вкъщи. – Лено, почакай! – извика Михаил. – Не си тръгвай! – Защо да остана? За нова сцена ли? – Не правя сцени! – Правиш, тате – каза тихо Юлия. – Винаги крещиш на мама. Михаил замръзна. Думите на тригодишната му дъщеря бяха по-остри от всеки упрек. – Юлия, аз… – Страх ме е, когато крещиш. – Достатъчно е – отсече Елена. – Юлия, вървим. Заминаха. Михаил остана сам пред детската градина, осъзнавайки, че е загубил не само жена си, но може би и дъщеря си. И никой друг освен себе си не може да вини.
Върни се веднага вкъщи! почти изкрещява мъжът ѝ. Или не ти пука за собствената ти дъщеря? Омръзна ми
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046
„Dobrá žena. Čo by sme bez nej robili? – A ty jej platíš len dvetisíc mesačne. – Oľga, však sme jej napísali byt. Mikuláš sa postavil z postele a pomaly prešiel do vedľajšej izby. V žiari nočnej lampy, so slabnúcim zrakom, pozrel na svoju manželku. Prisadol si k nej, pozorne načúval. – Zdá sa, že všetko je v poriadku. Postavil sa a pomaličky sa pobral do kuchyne. Otvoril kefír, zašiel do kúpeľne. A potom do svojej izby. Ľahol si na posteľ. Nedá sa mu spať: – Nám s Oľgou je už deväťdesiat. Koľko sme toho prežili? Onedlho už pôjdeme k Bohu, a nikoho nemáme nablízku. Dcérka Natália už nie je, ešte ani šesťdesiatky sa nedožila. Aj Maxo už nie je. Trochu si popil… Máme vnučku Oksanu, tá už dvadsať rokov žije v Poľsku. Na starkých si ani nespomenie. Možno má už aj veľké deti… Ani si nevšimol, kedy zaspal. Prebral sa dotykom ruky: – Mikuláš, je všetko v poriadku? – zaznel tichý hlas. Otvoril oči. Nad ním sa sklonila manželka. – Oľga, čo je? – Pozerám, ležíš a nehýbeš sa. – Živý som ešte! Poď spať! Ozývali sa šuchotavé kroky. Cvakal vypínač v kuchyni. Oľga Ivanovna sa napila vody, zašla do kúpeľne a šla do svojej izby. Ľahla si na posteľ: – Takto sa raz zobudím, a už ho nebude. Čo budem robiť? Alebo možno ja odídem skôr. Mikuláš už objednal naše kar. Ani by som nepomyslela, že sa to dá zariadiť vopred. Na druhej strane, dobre, kto by to za nás urobil? Vnučka na nás úplne zabudla. Len susedka Ivanka nás navštevuje. Má kľúče od bytu. Starký jej z dôchodku odovzdáva tisícku mesačne. Nakúpi, pomôže, čo treba. Kam by sme my dali peniaze? A z tretieho poschodia už nevychádzame. Mikuláš Ivanovič otvoril oči. Za oknom slnko. Vyšiel na balkón a zazrel zelenú korunu čerešne. Usmial sa: – No, dožili sme sa leta! Šiel pozrieť manželku. Tá zamyslene sedela na posteli. – Oľga, prestaň smútiť! Poď, niečo ti ukážem. – Ach, už nemám vôbec silu! – ťažko sa zdvihla z postele. – Čo si to vymyslel? – Poď, poď! Pomaly ju viedol na balkón. – Pozri, čerešňa je zelená! A ty si hovorila, že sa leta nedožijeme. Dožili sme sa! – Ach, veru! A slniečko svieti. Sadli si na lavičku na balkóne. – Spomínaš, ako som ťa pozval do kina, ešte keď sme boli na škole? Aj vtedy bola čerešňa taká zelená. – Na také sa nezabúda. Koľko rokov odvtedy prešlo? – Sedemdesiat so siedmimi… Sedemdesiatpäť. Dlho spomínali na mladosť. Staroba zoberie všeličo, niekedy aj to, čo bolo včera, ale mladosť sa nezabúda. – Och, rozprávali sme sa! – vstala manželka. – Ešte sme neraňajkovali. – Oľga, daj, urob poriadny čaj! Už ma nebaví táto tráva. – Nemôžeme. – Aspoň slabší a trocha cukru daj. Mikuláš Ivanovič pil slabučký čaj s troškou cukru a k tomu malý chlebík so syrom. Spomínal, keď boli na raňajky silný sladký čaj a ešte koláče či lievance. Pribehla susedka Ivanka, usmiala sa: – Ako sa máte? – Aké môžeme mať novinky v deväťdesiatke? – zažartoval dedo. – Ak žartujete, je dobre! Čo mám kúpiť? – Ivanka, dones mäso! – požiadal Mikuláš Ivanovič. – Vám to nemôžu. – Kuracie môžeme. – Dobre, donesiem. Uvarím vám polievku s rezancami! Susedka upratala zo stola, umyla riad a odišla. – Oľga, poď na balkón – navrhol manžel. – Ohrejeme sa na slnku. – Poďme! Prišla susedka. Vyšla na balkón: – Chýba vám slniečko? – Dobre je tu, Ivanka! – usmiala sa Oľga Ivanovna. – Dobre, teraz vám donesiem kašu a začnem variť polievku na obed. – Dobrá žena – pozrela za ňou. – Čo by sme bez nej robili? – A ty jej platíš len dvetisíc mesačne. – Oľga, však sme jej byt napísali. – Ona to nevie. Tak sedeli na balkóne do obeda. Na obed bola kuracia polievka. Chutná, s kúskami mäsa a roztlačenými zemiakmi. – Takúto som vždy robila Natálke a Maxovi, keď boli malí, – spomenula si Oľga Ivanovna. – A nám na starobu varia cudzí ľudia, – povzdychol si muž. – Možno, Mikulášku, taký je náš údel. Keď tu už nebudeme, ani si nikto nespomenie. – Dosť, Oľga, nebudeme smútiť. Ideme si trochu pospať! – Mikuláš, nie nadarmo sa hovorí: „Staroba je ako detstvo.“ Všetko máme ako deti: roztlačený obed, poobedný spánok, olovrant. Mikuláš Ivanovič si trochu zdriemol a vstal – nie a nie zaspať. Počasie, či čo? Šiel do kuchyne. Na stole dve poháre so šťavou, starostlivo pripravené Ivankou. Oboma rukami ich vzal a opatrne, aby nevylial, odniesol do manželkinej izby. Tá sedela na posteli a pozerala von z okna: – Oľga, prečo si smutná? – usmial sa muž. – Poďme na šťavu! Sála si dúšok: – Aj ty nevieš spať? – Počasie také. – Aj ja od rána, niečo mi je, – Oľga Ivanovna smutne pokývala hlavou. – Tak málo mi zostáva. Pochovaj ma dobre. – Oľga, čo to hovoríš? Ako budem bez teba? – Niekto z nás bude prvý… – Dosť! Poďme na balkón! Sedeli tam až do večera. Ivanka pripravila tvarohové guľky. Najedli sa a šli pozerať televízor. Každý večer pred spaním si zapli televízor. Novým filmom už nerozumeli. Tak si púšťali staré komédie a rozprávky. Dnes pozreli len jednu rozprávku. Oľga Ivanovna vstala z gauča: – Idem spať. Som nejako unavená. – Aj ja pôjdem. – Daj nech sa na teba ešte pekne pozriem! – poprosila manželka. – Načo? – Len sa pozriem. Dlho sa dívali jeden na druhého. Asi si spomínali na mladosť, keď bolo všetko ešte pred nimi. – Poď, odprevadím ťa do postele. Oľga Ivanovna si chytila muža pod pazuchu a pomaly šli spolu. On ju starostlivo prikryl a šiel do svojej izby. Mal v srdci ťažko. Dlho nemohol zaspať. Zdalo sa mu, že vôbec nespal. Ale elektronické hodiny ukazovali dve v noci. Vstal a šiel k manželke do izby. Ležala s otvorenými očami: – Oľga! Chytil ju za ruku. – Oľga, čo ti je! Oľ-ga! A zrazu jemu samému začal chýbať dych. Šiel do svojej izby. Vytiahol pripravené papiere, položil na stôl. Vrátil sa k manželke. Dlho sa díval na jej tvár. Potom si k nej ľahol a zavrel oči. Zrazu uvidel svoju Oľgu, mladú a krásnu, ako pred sedemdesiatimi piatimi rokmi. Kráčala kdesi do svetla v diaľke. Rozbehol sa za ňou, dobehol ju, chytil za ruku. Ráno vošla Ivanka do spálne. Ležali vedľa seba. Na tvárach im zostali rovnaké, šťastné úsmevy. Nakoniec susedka zavolala pohotovosť. Lekár, čo prišiel, pozrel na nich a prekvapene pokrútil hlavou: – Odišli spolu. Asi sa veľmi milovali… Odniesli ich. A Ivanka si vyčerpane sadla na stoličku pri stole. Vtedy si všimla papiere a testament na svoje meno. Hlavu si položila na ruky a rozplakala sa… Dajte like a napíšte svoje myšlienky do komentárov!
Dobrá žena, čo by sme bez nej robili? A ty jej platíš len dvesto eur mesačne. Emília, veď sme na ňu prepísali byt.
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021
À Porta Estava um Desconhecido – Uma História de Amor Não Correspondido, Reviravoltas do Destino e um Pedido de Casamento Inesquecível no Reveillon Português
No outro lado da porta, estava um desconhecido. Desde o secundário, o Vítor era completamente apaixonado
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Това е драматична история, която разглежда деликатни теми. Разказът съдържа сцени на силно емоционално напрежение и може да бъде въздействащ за някои читатели. Съдбоносната среща под дъжда Дъжд се лееше, когато едно малко момиче с изцапани дрехи прошепна: „Моля ви, дайте ми стотинка?“ Това беше Сузи. Рикардо минаваше покрай нея, не беше в навика му да ходи по тази улица – просто скъсяваше пътя към дома. Говореше по телефона, облечен стилно, не спря, дори не я погледна. Просто бръкна в джоба и хвърли една монета. Малката Сузи се опита да я вземе, но тя се изтърколи в шахтата. Тя остана опустошена, коремчето ѝ къркореше от глад и заплака. Рикардо, трогнат, се наведе и я погали по главата. „Не плачи, мила. Ще те закарам да хапнем хамбургер в Макдоналдс, добре ли е?“, каза той. Сузи се усмихна, радостта се върна на лицето ѝ. Така те отидоха. Докато Сузи ядеше хамбургер, Рикардо се зачуди: „Живееш ли сама на улицата?“ Тя отхапа, сдъвка и преглътна, преди да отговори: „Да, живея на улицата, но не сама. Г-н Рикардо, живея с майка ми. Тя е много болна, знаете ли? Обикновено изкарва пари като събира празни бутилки. Но сега, заради болестта, не работи.“ Рикардо се намръщи от загриженост. „А къде е баща ти?“ Малката Сузи дъвчеше с уста, изцапана с кетчуп. „Е, никога не съм го виждала. Майка ми казва, че е забременяла много млада, на 13 години, а баба ми я е изгонила от вкъщи. Така че майка ми и аз живеем под моста, в палатка. Така живея откакто се помня, а съм вече на 10.“ Рикардо се усмихна. „Ммм… Разбирам, колко трудна е ситуацията ти… Какво ще кажеш – да напазаруваме? Ще купя храна за теб и майка ти, а после ще ми я представиш.“ Малката Сузи се усмихна щастливо, показвайки липсващите си зъбчета. „Благодаря ви, г-н Рикардо, толкова сте добър! Сигурна съм, че Господ ще ви възнагради двойно!“ Рикардо почувства сърцето си изпълнено с радост; по някаква причина му се струваше, че познава момичето, беше му странно познато. След като напазаруваха, малката Сузи и Рикардо пристигнаха под моста, където миризмата беше тежка и много бездомни хора живееха в палатки. В жълта палатка Сузи въведе Рикардо. Когато той видя майката на Сузи, която се казваше Мария, се изплаши. „Мария?“, възкликна той. Майката на момичето също се стресна. „Рикардо?“ Сузи се обърка. „Познавате ли се?“ Рикардо се развълнува, сълзи потекоха по лицето му. „Да, знаеш ли, мила Сузи, майка ти беше моя приятелка! Това беше преди 10 години! Но след това майка ти забременя и повече не я видях. Сега разбирам защо… Макар че баба ти ми каза, че майка ти е починала. Но аз никога не го повярвах! Търсих я навсякъде в София, но никога не помислих, че ще сте тук!“ Сузи прегърна Рикардо. „Значи, вие сте моят татко? Моето истинско тате?“ Той прегърна момиченцето. „Да! Сега, след като ви намерих, никога няма да ви изоставя! Само Бог можеше да ме насочи по тази улица, за да намеря семейството си. О, Господи, благодаря!“ Мария го прегърна също: „Господи, велик си!“ Изглежда Бог се зарадва, защото дъждът спря и на небето се появи дъга. След това Сузи и Мария се преместиха да живеят в апартамента на Рикардо, където никога не липсваше храна, а най-важното – любов. А нея имаше в изобилие, и всички бяха щастливи.
Дневник, 3 юни Силният дъжд не спираше, когато срещнах едно малко момиче с раздърпани дрехи, което тихо
Малкият син — Лешо, не заминавай на този курс, моля те! Сърцето ми не намира покой… Помоли някой друг да те замести, — прошепна Олга, опитвайки се да скрие треперащия си глас. — Този курс плащат добре, а имаме нужда, Оля. Знаем и двамата, че всяка стотинка сега струва злато, — отвърна Алексей, прегръщайки съпругата си и целувайки я по челото, а после и двете им палави близначки — Даниела и Корина. Олга само кимна мълчаливо. Сърцето ѝ кървеше, но умът ѝ се съгласи с тежката истина — семейният бюджет бе на ръба. Попивайки сълзите си, го изгледа как излиза и го прегърна: — Върни се бързо… Чакаме те. Вратата се затвори след Алексей. Олга стисна юмрук, нахрани момичетата и ги изведе на разходка. Денят премина изненадващо спокойно. Нито капризи, нито сълзи — сякаш и децата усещаха тревогата. Всяка вечер, в десет, си говореха по телефона, както винаги. Олга му разказваше как децата го чакат, как покрай шиенето изкарва допълнително. Алексей се смееше по телефона и обещаваше: „Утре съм вкъщи, мишленце.“ Но така и не се прибра. На връщане тирът му се удря челно в камион, навлязъл в насрещното. Станало твърде бързо — без никакъв шанс да избегне удара. Алексей загинал на място. В същата нощ телефонът звънна. Олга, като в сън, вдигна слушалката — и светът ѝ рухна. Претърколи се до съседката, леля Нина, и я помоли да гледа момичетата. После просто се строполи на прага. Едва я спасиха — сложна спешна операция, цезарово сечение. Роденото момче бе крехко, недоносено. Нямаше бащина сила, а майката беше останала без опора. Олга го кръсти Алексей, на съпруга си. Когато излезе от болницата, преброи последните си пари — стигат за два месеца. После… ще се види. Животът стана борба за оцеляване. Съседката леля Нина помагаше с каквото можеше. Близки нямаше. Олга отново започна да шие — първо за съседите, после по препоръки започнаха да идват клиенти. Момичетата тръгнаха на училище, а малкият Алексей — на детска градина. Те бяха надеждата и спасението ѝ. Но… Повече обичаше момичетата. А към момчето… не, не го мразеше — просто не можеше да го гледа без болка. Все повече ѝ напомняше за изгубения съпруг. И всеки път, когато го поглеждаше, усещаше вина, че не успя да го задържи… Момчето бе тихо, добросърдечно, грижовно. Четеше, помагаше, никога не се оплакваше. На момичетата купуваше нови дрехи, шиеше им рокли за куклите. На Алексей кърпеше старите. — Горкичкият… Сирак с жива майка, — въздъхна леля Нина, виждайки го как мие съдове или събира играчките на сестрите си. Времето мина. Момичетата пораснаха, омъжиха се, разпръснаха се. Само Алексей остана при майка си. Завърши техническо училище и започна работа като инженер във фабриката за шоколад в Русе. Олга започна да губи зрението си — безсънните нощи, разбитите нерви, годините самота си казаха думата. Алексей се грижеше за нея както може. Готвеше, чистеше, извеждаше я за ръка в парка. Все по-често ѝ шепнеше: — Прости ми, сине… Не заслужих любовта ти. Живей си живота, още си млад… Той само се усмихваше: — Ще дойде, мамо. Ще имам и жена, и деца. Още ще гледаш внуци. И един ден това стана. Лиза, тиха и срамежлива. — Мамо, Лиза ще живее с нас. Няма никого — сираче е, — каза Алексей тихо. След три месеца имаше сватба. Дойдоха момичетата, внуците, зетьовете — цялото семейство събрано. Олга бе щастлива, но усмивката ѝ все по-често бе пресечена от болка. Диагнозата бе страшна — рак. Нямаше много време и го знаеше. Но съдбата ѝ подари още една радост — видя първото си внуче. Тя си отиде спокойно, с усмивка на уста, ръката ѝ нежно в тази на сина, който ѝ остана най-мил.
Най-малкият син Лъчо, може би да не заминаваш тази вечер? Не ми дава сърце… Помоли някой друг да
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022
Na prahu stál neznámy muž. Viktor bol zamilovaný do Jany už od základnej školy. Písal jej lístočky, snažil sa upútať jej pozornosť všetkými možnými spôsobmi. Jana však mala rada Miša, vysokého blondiaka, ktorý s ňou hrával volejbal v školskom tíme. Nešikovného Viktora, ktorému to navyše veľmi nešlo v škole, si nevšímala. Krátko nato začal Mišo chodiť s Oľgou, dievčaťom z paralelnej triedy. Po maturite sa Viktor opäť pokúšal získať Janinu pozornosť. Dokonca jej na stužkovej navrhol manželstvo… Jana mu však rozhodne odpovedala – „Nie!“. Ani len nechcela uvažovať, že by s ním niečo mala. Po vysokej škole sa Jana zamestnala ako účtovníčka, jej šéf bol charizmatický tmavovlasý muž, starší od nej o desať rokov. Jana obdivovala jeho profesionalitu, výrazný vzhľad a inteligenciu. Vznikli medzi nimi city a Jane nevadilo, že jej vyvolený je ženatý a má malého syna. Valér Borisovič jej sľuboval rozvod, prisahal, že miluje len Janu. Prešlo pár rokov a žena si zvykla tráviť víkendy a sviatky sama. Po celý čas dúfala, že sa jej milý rozvedie a budú spolu. Jedného dňa však uvidela Valéra s manželkou v obchode. Bola tehotná a on ju nežne držal za ruku. Potom vzal tašky a spolu nastúpili do auta. Jana so slzami v očiach sledovala túto idylku. Na druhý deň dala v práci výpoveď… Blížil sa Silvester, žena nemala náladu nakupovať potraviny, zdobiť dom, ani oslavovať. Keď raz vošla domov, zistila, že je v dome zima. Zistila, že kotol nefunguje. Jana bývala v rodinnom dome. Snažila sa privolať opravára, aby kotol dal do poriadku, no pred sviatkami všetci chceli veľa peňazí, najmä keď zistili, že musia na okraj mesta. Jana už bola zúfalá a zavolala kamarátke. Jej manžel pracoval v tejto oblasti a možno by pomohol. Larisa sľúbila, že okamžite zavolá svojmu mužovi. O dve hodiny neskôr Jana začula zvonenie pri dverách. Na prahu stál neznámy muž, ale keď sa lepšie prizrela, spoznala v ňom… Viktora, svojho spolužiaka. -Ahoj, Jana, čo sa ti tu stalo? -Ako si sa to dozvedel? -Šéf mi volal, mám prísť na túto adresu, vraj je ti tu zima. Vypustila si vodu zo systému, aby ti radiátory nezamrzli? -Nie, a ani neviem ako. -No teda, takto môžeš prísť o kúrenie. Chvalabohu, že nie je veľká zima. Viktor rýchlo vypustil vodu zo systému, opravoval niečo na kotli a potom odišiel. O hodinu sa vrátil s potrebnými súčiastkami. O chvíľu už bolo v Janinom dome teplo. Viktor si umýval ruky a spýtal sa: -Jana, tečie ti kohútik a bliká žiarovka… Tvoj muž to nevie opraviť? -Nemám žiadneho muža… -A to prečo? Stále čakáš na ideál? -Aký ideál… Nemám nikoho, – priznala sa náhle žena. -A prečo si mi vtedy odmietla? – zasmial sa Viktor. Jana mlčala… Keď opravil kohútik a vymenil žiarovku, pobral sa domov. A Jana si spomenula na detstvo, mladosť, a bacuľatého chlapca, ktorý bol do nej celý život zamilovaný. Viktor sa veľmi zmenil, bol z neho vysoký štíhly muž s hnedými očami. No jeho úsmev zostal rovnaký. Jana sa ani nestihla opýtať, či je ženatý. A 31. decembra niekto opäť zazvonil pri dverách. Jana prekvapene išla otvoriť – hostí nečakala. Na prahu stál Viktor. Mal nový oblek a v ruke kyticu kvetov. -Jana! Skúsim sa spýtať ešte raz. Vydáš sa za mňa, alebo budeš čakať na princa do dôchodku? Jana sa rozplakala a radostne prikývla. Na druhý pokus bola žiadosť prijatá…
Na prahu stál neznámy chlap. Dušan bol zaľúbený do Dášy už od základnej školy. Písal jej lístočky, skúšal
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0252
Tenho Vergonha de Levar-Te ao Jantar, Disse o Dinis Sem Desviar o Olhar do Telemóvel – Lá Vão Estar Pessoas, Pessoas Normais. Nádia Segurava um Pacote de Leite Junto ao Frigorífico. Doze Anos de Casamento, Dois Filhos. E Agora, Só Vergonha. — Vou Vestir o Vestido Preto. Aquele Mesmo Que Foste Tu Que Me Compraste. — Não É o Vestido, — Olhou Finalmente. — És Tu. Deixaste-Te Ir. O Cabelo, a Cara… Tens Um Ar Apagado. O Vítor Vai Estar Com a Mulher, Ela É Estilista. E Tu… Já Percebeste. — Então Não Vou. — Assim Mesmo. Digo Que Estás Com Febre. Ninguém Vai Dizer Nada. Ele Foi para o Duche e Nádia Ficou na Cozinha. Os Filhos Dormiam no Quarto ao Lado. O Cristiano Tem Dez Anos, a Sofia Oito. Crédito da Casa, Contas, Reuniões da Escola. Ela Dissolveu-se Neste Lar, Enquanto o Marido Começou a Ter Vergonha Dela. — Ele Está Parvo ou o Quê? — Helena, a Amiga Cabeleireira, Olhava Para Nádia Como Se Tivesse Ouvido Falar do Fim do Mundo. — Ter Vergonha de Levar a Mulher ao Jantar? Mas Quem Pensa Que É? — Chefe do Armazém. Recebeu Uma Promoção. — E Agora Já Não Chegas Para Ele? — Helena Ferveu a Água no Fervedor, Zangada. — Diz-me: Lembras-te do Que Fazias Antes dos Filhos? — Fui Professora. — Não Me Refiro ao Trabalho. Fazias Bijutaria. Eu Ainda Tenho o Colar Azul Que Me Deste. As Pessoas Perguntam Onde o Comprei. Nádia Recordou. Montava Peças à Noite, Quando Dinis Ainda Se Interessava Por Ela. — Foi Há Muito. — Então Podes Voltar a Fazer, — Disse Helena. — Quando É o Jantar? — Sábado. — Óptimo. Amanhã Vens Cá. Penteado, Maquilhagem. Falamos com a Olga Que Tem Vestidos. As Jóias Tu Tratas. — Mas o Dinis Disse… — Esquece o Que Ele Disse. Vais Ao Jantar. Ele que Aguente. A Olga Trouxe Um Vestido Ameixa, Comprido, de Ombros Descobertos. Experimentaram Até Assentar Bem. — Para Esta Cor, Só Um Tipo de Bijutaria, — Disse Olga. — Prata Não Fica Bem. Ouro Também Não. Nádia Abriu a Velha Caixa. No Fundo, Envolto em Tecido, o Conjunto: Colar e Brincos. Aventurina Azul, Trabalho Artesanal. Fez Para Uma Ocasião Especial Que Nunca Chegou. — Isto É Uma Obra de Arte, — Olga Ficou Sem Palavras. — Foste Tu? — Fui. Helena Fez-lhe Um Penteado em Onda Suave, Maquilhagem Elegante. Nádia Vestiu-se, Pôs as Jóias. As Pedras Frias no Pescoço. — Vai Ver-te ao Espelho, — Disse Olga. Nádia Aproximou-se. E Não Viu a Mulher Que Passou Doze Anos a Limpar e a Fazer Sopas. Viu-se a Si Mesma. Restaurante à Beira-Tejo. Salão Cheio de Mesas, Fatos, Vestidos, Música. Nádia Chegou Tarde, Como Planeado. As Conversas Pararam Uns Segundos. Dinis Estava No Bar. Viu-a e Ficou Estático. Ela Passou Sem Olhar, Sentou-se ao Fundo, Postura Erguida, Mãos Calmas no Colo. — Desculpe, Este Lugar Está Livre? Homem de Quarenta e Poucos Anos, Fato Cinzento, Olhos Inteligentes. — Está. — Óscar. Sócio do Vítor noutro Negócio. Padarias. E a Senhora? — Nádia. Mulher do Chefe do Armazém. Ele Reparou nas Jóias. — Aventurina? Feito à Mão, Vejo Bem. A Minha Mãe Coleccionava Pedras. Raro Encontrar Assim. — Fui Eu Que Fiz. — Mesmo? — Óscar Aproximou-se. — Nível. Vende-os? — Não. Sou Dona de Casa. — Estranho. Com Essas Mãos, Nunca Ficam Só em Casa… A Noite Toda Ao Lado Dela. Falaram de Pedras, de Arte, de Como se Esquecem de Si Mesmos no Dia a Dia. Óscar Pediu Dança, Trazia Espumante, Ri-se. Nádia Viu Dinis Olhá-la da Mesa Dele, com Cara Cada Vez Mais Fechada. Ao Sair, Óscar Acompanhou-a ao Carro. — Nádia, Se Quiser Voltar às Jóias, Ligue-me, — Deu-lhe um Cartão. — Conheço Quem Precisa Mesmo Disto. Ela Pegou e Acenou. Em Casa, Dinis Não Aguentou Cinco Minutos. — Que Palhaçada Foi Aquela? Tu e Aquele Óscar Toda a Noite! Toda a Gente Viu! A Minha Mulher com Outro Homem! — Só Conversei. — Conversaste! Dançaste Três Vezes! Vítor Perguntou-me o Que Se Passava. Que Vergonha Tive! — Tu Tens Sempre Vergonha, — Nádia Tirou os Sapatos. — Vergonha de Me Levar, Vergonha de Me Verem. Nunca Tens Vergonha de Ti? — Cala-te. Achas Que Pões Um Trapo e Ficas Alguém? Não És Nada. Dona de Casa. Vives à Minha Custa, Agora Fazes-te Princesa… Antes Chorava. Ia para o Quarto, Virava-se para a Parede. Agora, Algo Mudou. Ou Se Endireitou. — Homens Fracos Têm Medo de Mulheres Fortes, — Disse Quase Serene. — Tens Complexos, Dinis. Tens Medo Que Eu Veja Quão Pequeno És. — Sai da Minha Casa. — Vou Pedir o Divórcio. Ele Calou-se. Olhou-a. Não Era Raiva, Mas Medo. — Para Onde Vais com Dois Filhos? Não Vives dos Teus Brincos. — Vivo. De manhã, Pegou no Cartão e Ligou. Óscar Não Correu. Encontraram-se em Cafés, Falaram de Negócios. Disse-lhe Que Conhecia Uma Senhora com Galeria. O Artesanal Estava na Moda. — Tem Talento, Nádia. Raro Ter Talento e Bom Gosto. Começou a Trabalhar de Noite. Aventurina, Jaspe, Cornalina. Colares, Pulseiras, Brincos. Óscar Levava à Galeria. Uma Semana Depois, Ligava: Tudo Vendido. Pedidos Cresciam. — O Dinis Sabe? — Não Me Fala. — E o Divórcio? — Já Tenho Advogado. Óscar Ajudou. Sem Drama. Só Deu Contactos, Ajudou com a Casa Arrendada. Ao Fazer as Malas, Dinis Riu-se na Porta. — Voltas em Uma Semana. Ela Fechou a Mala e Saiu. Meio Ano. T2 nos Subúrbios, Filhos, Trabalho. Pedidos sem Parar. Galeria Queria Uma Exposição. Nádia Abriu Página nas Redes Sociais, Fotos. Seguidores Cresciam. Óscar Ia Lá, Levava Livros às Crianças, Ligava-lhe. Nunca Forçava. Só Estava Lá. — Mãe, Gostas Dele? — Perguntou Sofia. — Gosto. — Nós Também. Ele Não Grita. Um Ano Depois, Óscar Pediu em Casamento. Sem Joelho, Sem Rosas. Apenas ao Jantar: — Quero Que Fiquem Comigo. Todos os Três. Nádia Já Estava Pronta. Dois Anos Passaram. Dinis Caminha Pelo Colombo. Depois de Ser Corrido Descoberto Pelo Vítor, Encontra Trabalho a Carregar Caixas. Quarto Arrendado, Dívidas, Solidão. Viu-os à Porta da Ourivesaria. Nádia de Sobretudo Claro, Cabelo Arranjado, Aventurina ao Pescoço. Óscar Dava-lhe a Mão. Cristiano e Sofia Riam. Dinis Parou a Olhar. Viu-os Entrar no Carro. Viu Óscar a Abrir a Porta. Nádia a Sorrir. Depois Olhou Para o Reflexo no Vidro. Casaco Velho, Cara Cinzenta, Olhos Vazios. Perdeu a Rainha. E Ela Aprendeu a Viver Sem Ele. E Essa Foi a Maior Pena Dele — Perceber Tarde Demais o Que Tinha Nas Mãos… Obrigado, Queridos Leitores, Pelos vossos Comentários e Gostos!
Tenho vergonha de te levar à festa, disse Ricardo sem sequer descolar os olhos do telemóvel.
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Чух разговора на моя мъж с майка му и разбрах защо всъщност ме е взел за жена – Истинската причина за неговата женитба, която научих тайно, промени всичко
Тодоре, да не си виждал синята ми папка с документите? Сигурна съм, че я оставих върху шкафа, а сега
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041
Hanbil by som sa ťa vziať na firemnú slávnosť – povedal Denis, ani nezdvihol oči od mobilu. – Budú tam ľudia. Normálni ľudia. Nadja stála pri chladničke s balíkom mlieka v ruke. Dvanásť rokov manželstva, dve deti. A teraz hanba. – Oblečiem si čierne šaty. Tie, čo si mi sám kúpil. – Nejde o šaty – pozrel konečne. – Ide o teba. Nechala si sa. Vlasy, tvár… celá si nejaká nijaká. Príde aj Peter s manželkou, ona je stylistka. A ty… sama chápeš. – Tak teda nepôjdem. – Tak je rozumné. Poviem, že máš horúčku. Nikto ani slovo nepovie. Odišiel do kúpeľne a Nadja zostala stáť v strede kuchyne. V druhej izbe spali deti. Kamilovi je desať, Soni osem. Hypotéka, účty, rodičovské združenia. Rozplynula sa v tomto byte, a manžel sa za ňu začal hanbiť. – On sa zbláznil? – opýtala sa Lenka, kamarátka a kaderníčka, s pohľadom akoby jej Nadja oznámila koniec sveta. – Hanbí sa vziať ženu na oslavu? Kto si myslí, že je? – Vedúci skladu. Dostal povýšenie. – A teraz mu už žena nestačí? – Lenka prudko naliala vodu do kanvice. – Počúvaj ma. Pamätáš, čo si robila pred deťmi? – Bola som učiteľka. – Nie prácu. Vyrábala si šperky, z korálok. Mám ešte stále ten náhrdelník s modrým kameňom. Stále sa pýtajú, kde som to kúpila. Nadja si spomenula. Šperky skladala večer, keď sa na ňu Denis ešte pozeral so záujmom. – To bolo dávno. – Bolo, takže môže byť opäť – Lenka sa naklonila. – Kedy je tá oslava? – V sobotu. – Výborne. Zajtra prídeš ku mne. Urobím účes aj mejkap. Zavoláme Eve – tá má šaty. A šperky už máš. – Lenka, ale on povedal… – Nech si hovorí. Prídeš na oslavu. On sa z toho skoro zloží. Šaty Eva doniesla slivkové, dlhé, s holými ramenami. Hodinu skúšali, prispôsobovali, zapínali. – K tomu treba niečo extra – Eva chodila okolo. – Striebro nie, zlato tiež nie. Nadja otvorila starú škatuľku. Na dne, zabalený v látke, ležal set: náhrdelník a náušnice. Modrý avanturín, ručná práca. Robila ho pred ôsmimi rokmi pre výnimočnú príležitosť, ktorá nikdy neprišla. – Bože, to je šperk – Eva stíchla. – To si ty robila? – Ja sama. Lenka jej upravila vlasy – mäkké vlny, jemný mejkap. Nadja si obliekla šaty, pripla šperky. Kameň studeno a vážne sadol na krk. – Pozri sa – Eva ju postrčila k zrkadlu. Nadja tam stála. A zrazu videla nie tú ženu, ktorá dvanásť rokov umývala podlahu a varila polievky. Videla seba. Tú, akou bola kedysi. Reštaurácia na nábreží. Sála plná stolov, oblekov, večerných šiat, hudby. Nadja prišla neskoro, ako mala v pláne. Rozhovory na chvíľu utíchli. Denis stál pri bare, smial sa. Keď ju zbadal, zmrzol. Prešla bez pohľadu okolo, sadla si dozadu. Chrbát vystretý, ruky pokojne v lone. – Je toto miesto voľné? – Muž okolo štyridsiatky, sivý oblek, múdre oči. – Voľné. – Oleg. Partner Petra v inom biznise. Pekárne. A vy, ak smiem? – Nadja. Manželka vedúceho skladu. Pohľady na šperk. – Avanturín? Ručná práca, že? Moja mama zbierala kamene. Toto je výnimočné. – Sama som robila. – Fakt? – Oleg si obzeral pletenie. – To je úroveň. Predávate? – Nie. Som… doma s deťmi. – Zvláštne. S takýmito rukami doma neostávajú. Celý večer bol pri nej. Rozprávali sa o tvorbe, kameňoch, o tom, ako sa človek stratí v každodennosti. Oleg pozýval na tanec, nosil sekt, smial sa. Nadja videla, ako ju Denis sleduje. Jeho tvár tmavla každou minútou. Keď odchádzala, Oleg ju odprevadil k autu. – Ak by ste sa k šperkom chceli vrátiť – zavolajte, – podal vizitku. – Poznám ľudí, ktorí to potrebujú. Naozaj. Vzala ju a prikývla. Doma Denis nevydržal ani päť minút. – Čo si tam vyvádzala? Celý večer s tým Olegom! Všetci sa pozerali! Videli, ako sa moja žena obtiera o cudzieho chlapa! – Neobtierala. Rozprávala som sa. – Rozprávala! Až trikrát si s ním tancovala! Peter sa pýtal, čo to má znamenať. Hanbil som sa! – Tebe je vždy hanba – vyzula si topánky. – Hanbíš sa ma vziať, hanbíš sa, keď sa na mňa pozerajú. Za čo sa vlastne nehanbíš? – Drž už hubu. Myslíš, že si obliekla hadru a si niekto? Si nikto. Živíš sa na mne, míňaš moje peniaze a hráš sa na princeznú. Kedysi by plakala. Zatvorila by sa v spálni, otočila tvár k stene. Teraz sa v nej niečo zlomilo. Alebo zasadilo na miesto. – Slabí muži sa boja silných žien – hovorila ticho. – Si zakomplexovaný, Denis. Bojíš sa len, aby som nevidela, aký si malý. – Zmizni odo mňa. – Podávam žiadosť o rozvod. Mlčal. Pozrel na ňu a v očiach nebol hnev, ale zmätenosť. – Kam pôjdeš s dvoma deťmi? Zo šperkov nevyžiješ. – Vyžijem. Ráno vybrala vizitku a zavolala. Oleg netlačil. Schádzali sa v kaviarni, rozoberali biznis. Spomínal kamarátku so štúdiom umeleckých vecí. Ručná práca je v kurze, ľudia už nechcú uniformitu. – Ste talent, Nadja. To je vzácne – talent aj vkus. Začala tvoriť v noci. Avanturín, jaspis, karneol. Náhrdelníky, náramky, náušnice. Oleg bral hotové veci, dával ich do galérie. Po týždni volal – všetko predané, objednávky rastú. – Denis nevie? – Vôbec sa so mnou nerozpráva. – A rozvod? – Našla som právnika. Už to riešime. Oleg pomohol. Bez hrdinstva, prosto dal kontakty, pomohol nájsť podnájom. Keď balila kufre, Denis sa smial vo dverách. – O týždeň prídeš po štyroch späť. Zavrela kufor a odišla. Pol roka. Dvojizbový byt na okraji, deti, práca. Objednávky sa sypali. Galéria ponúkla výstavu. Nadja začala pridávať fotky na sociálne siete, pribúdali sledujúci. Oleg chodil, nosil knihy deťom, volal. Netlačil, neliezol, prosto bol pri nej. – Mami, páči sa ti? – spýtala sa Soňa. – Páči. – Aj nám sa páči. Nekričí. Po roku Oleg požiadal o ruku. Bez pokľaku, bez ruží. Prosto pri večeri povedal: – Chcem, aby ste boli so mnou. Všetci traja. Nadja bola pripravená. Odkrojili sa dva roky. Denis kráčal nákupným centrom. Po vyhadzove našiel prácu skladníka – Peter zistil, ako sa správa k žene, a vyrazil ho. Prenajatá izba, dlhy, samota. Zrazu ich zbadal pred zlatníctvom. Nadja v svetlom kabáte, upravené vlasy, na krku ten istý avanturín. Oleg ju držal za ruku. Kamil a Soňa sa smiali. Denis zastal pri výklade. Pozeral, ako nasadajú do auta. Ako Oleg podrží dvere Nadji. Ako sa usmieva. Potom pozrel na svoj odraz v skle. Vyšúchaná bunda, šedá tvár, prázdne oči. Stratil kráľovnú. A ona sa naučila žiť bez neho. A to bola jeho najhoršia prehra – pochopiť, čo vlastne mal… príliš neskoro. Ďakujem vám, milí čitatelia, za vaše podnetné komentáre a lajky!
Hanbím sa ťa vziať na banket, Peter neodtrhol pohľad od mobilu. Budú tam ľudia. Normálni ľudia.