Homem corajoso mergulha em águas geladas para salvar veado com balde preso na cabeça

O animal foi avistado a nadar no estuário do Tejo, perto de Lisboa, com uma lata de tinta presa na cabeça e as suas hipóteses de chegar a terra firme estavam cada vez mais escassas.

Mas então apareceu um verdadeiro herói, que salvou o dia. O resgate emocionante foi registado em vídeo. António tranquilizou a corça e colocou-a na sua carrinha. Levou o animal ao veterinário, onde lhe administraram antibióticos e medicamentos para aliviar a dor, antes de a devolvê-la ao seu habitat natural.

António resolveu optar pela alternativa mais desafiante e começou a nadar em direção à margem com a corça. Foi uma viagem cansativa, mas António obrigou-se a continuar até finalmente chegar à terra. O animal estava tão exausto que nem conseguia levantar-se, por isso António teve de carregá-la sozinho até casa. Quando lá chegou, a sua mãe ficou tão feliz por vê-lo são e salvo e ainda mais por trazer consigo a corça resgatada!

O raciocínio rápido do António salvou a vida do animal, e ela logo voltou a estar em segurança. A corça parecia exausta, mas não tinha ferimentos, por isso António levou-a até um prado ali perto para que pudesse descansar.

Ele começou a cantar Canção do Mar, de Dulce Pontes, para tentar acalmar a corça. Para surpresa de todos, funcionou! O animal parou de nadar descontroladamente e, ao fim de algum tempo, deixou que António a guiasse até à margem.

Assim que chegaram a terra firme, o Bom Samaritano ajudou a colocar-lhe uma trela e levou-a de volta ao bosquesã e salva.

Ficamos satisfeitos por saber que a corça foi trazida para um local seguro e esperamos que não volte a causar problemas.

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Homem corajoso mergulha em águas geladas para salvar veado com balde preso na cabeça
“Passas o dia inteiro em casa sem fazer nada” – Depois destas palavras, decidi castigá-lo Antes de casar, ouvi de amigas portuguesas que, quando um homem se casa, acha logo que a mulher lhe pertence e começa a mostrar quem realmente é. Como qualquer jovem inocente, achei que o meu marido era diferente. Antes do casamento, sempre cuidou de mim, nunca me disse uma palavra feia, tinha medo de me magoar, queria-me sempre ao seu lado. Mas enganei-me, como tantas mulheres em Portugal. É mesmo verdade que, quando um homem conquista o coração de uma mulher, muda. Poucos meses após o casamento, o meu marido começou a falar mal da minha mãe: “Porque é que te liga tantas vezes? Porque é que te visita todas as semanas?” Acabei por concordar, preocupada com o nosso casamento, e pedi à minha mãe para não me contactar tanto, só lhe ligava quando estava sozinha. Mas não ficou por aí. Fiquei grávida e perdi o emprego porque tive uma gravidez de risco. Como precisei de repouso absoluto, não renovaram o contrato comigo. E então, o meu marido começou a implicar ainda mais, dizendo: “Passas o dia inteiro em casa sem fazer nada.” Fiquei calada – estava grávida e tinha medo que ele me abandonasse. Um ano e meio depois do nascimento da nossa filha, o meu marido começou a exigir ser tratado como um rei. Quando chegava do trabalho, tinha de o esperar à porta, pôr-lhe os chinelos, ter tudo pronto na mesa da cozinha para ele comer uma refeição quente. Preocupar-se com a filha? Nunca – era tudo obrigação de mulher. Estava exausta. Por isso, fiz as malas e fui com a minha filha para casa da minha mãe. Não falei com o meu marido durante dois meses. A vida continuou, voltei ao trabalho e sentia-me melhor a cada dia. Um dia, ele apareceu, magro e mal vestido, e ajoelhou-se a pedir perdão. Eu disse-lhe que teria de frequentar um curso de culinária. Teria de cozinhar e ajudar nas lides da casa quando eu regressasse. Ele aceitou, mas agora vamos ver como se porta.