A Menina Descobriu o Segredo que o Juiz Escondia!

Olha, ontem aconteceu uma cena no Tribunal da Relação do Porto que parecia saída de um filme, acredita! Nem os oficiais mais experientes piscavam, tão tensa ficou a sala. Era para ser mais uma sessão normal, só que tudo mudou quando uma miúda de 12 anos se levantou para falar

**Cena 1: O último julgamento**
A sala tinha aquele ar imponente e gelado. O juiz Martins ajeitava os óculos e encarava a acusada com severidade. A mãe da Catarina, a tal rapariga de 12 anos, estava a ser levada por agentes tinham acabado de lhe dar dez anos de cadeia por um crime que toda a gente no fundo sabia que ela não cometeu. E bem no meio da sala, muito composta, estava a Catarina, como se nada se passasse.

**Cena 2: Um aviso estranho**
De repente, a miúda ergueu a cabeça e olhou o juiz nos olhos. Quando falou, parecia que tinha a segurança de uma adulta:
**Catarina:** Está a prender uma mulher inocente, senhor juiz. Mas enquanto faz isso, a sua própria casa está a ser aberta neste preciso momento.
Fez-se um silêncio absoluto, daqueles que só se ouve o próprio coração.

**Cena 3: Risos e o toque do telemóvel**
O juiz Martins deu uma risadinha arrogante, pegou no pequeno martelo de madeira e murmurou:
**Juiz:** Chega de histórias, miúda. Vai sentar-te e deixa a justiça trabalhar.
Mal acabou de dizer isto, o telemóvel dele, pousado ao lado do Código Penal aquele pessoal, só de emergências começou a vibrar descontroladamente.

**Cena 4: Três segundos de silêncio**
Visivelmente irritado, o juiz pôs o telefone ao ouvido:
**Juiz:** Já disse para não me interromperem durante as audiências!
Ouviu do outro lado da linha durante três segundos, não mais. A cara, antes ruborizada de raiva, ficou branca como a cal. Os olhos arregalaram-se e a mão que segurava o telefone começou a tremer.

**Cena 5: A justiça volta-se**
Baixou devagar o telefone. No visor apareceu uma notificação do alarme de casa: *Cofre do escritório arrombado. Ficheiros do Processo Zero copiados*. Era ali que guardava as provas do seu envolvimento em corrupção e falsificação para incriminar a mãe da Catarina.

Fitou a rapariga com uma expressão de terror e derrota a carreira e a liberdade tinham acabado ali. A Catarina acenou-lhe, muito discreta, só para ele ver. O telemóvel caiu-lhe da mão e bateu no tampo pesado da mesa.

**Final: Como tudo terminou**
O juiz Martins ficou sem palavras. Pouco depois, entraram os inspetores da Polícia Judiciária. Ficou claro para todos que a Catarina não era só uma miúda: era uma génio da informática, que há meses recolhia provas das falcatruas do juiz.

Enquanto o juiz lia a sentença da mãe dela, o programa genial da Catarina invadira o sistema da casa do juiz e partilhara todos os ficheiros secretos com o Ministério Público e a comunicação social.

**Juiz:** (baixinhoso, com o olhar perdido) Como como soubeste o código?
**Catarina:** (com um sorrisinho frio) O senhor disse-o em voz alta no escritório, há uma semana. Esqueceu-se que até as paredes têm ouvidos e o seu computador tem webcam.

A mãe da Catarina foi solta ali mesmo, no meio do tribunal. E o juiz Martins foi sentar-se onde ela estava: no banco dos réus. Justiça foi feita. Só que aquele olhar da Catarina, frio mas justo, ninguém na sala esqueceu até hoje.

E agora diz-me lá, achas que tudo vale para salvar quem mais gostamos? Fico à espera das tuas opiniões!

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