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03
Ще кажеш ли нещо? – попита, докато стоеше в моята кухня Беше преди година и половина през зимата, моят син беше на 5 месеца. Братът на съпруга ми поиска той и приятелката му да останат при нас за седмица. Как да откажеш? Естествено не бях особено щастлива – току-що ни се беше родило дете, не спях, не ядях, нямах време, а роднините не даваха мира. Помислих си – може би ще ми помогнат, поне ще си почина, ще има с кого да поговоря, да изпия чай. Дойдоха с празни ръце да поживеят при нас седмица – поне на бебето една играчка да бяха купили. Аз имам принцип – когато отивам в дом с дете, не влизам с празни ръце, така съм възпитана, но тук явно е друг случай. Дойдоха по работа, не казаха точно за какво. Аз бях добра домакиня – готвех, чистех, опознах ги добре. Всичко изглеждаше наред, но за няколко дни тя нито веднъж не ми предложи помощ в готвенето, чистенето или с бебето, докато аз вършех домакинската работа. Тя сутрин излизаше по задачи, приятелят ѝ спеше до обяд, мъжът ми беше на работа, а аз тичах с бебето из апартамента. Връщаше се – до вечерта лежи на дивана, почива си, гледа телевизия. Аз съм с бебето, мия пода – навън е зима, кал, внасят мръсотия, трябва да се готви, да се храни, да се къпе детето. На третия ден вече бях изморена. Казах на съпруга си, а той само вдигна рамене – не било редно мъж да се меси в женски спорове. На четвъртия ден се върна от работа, а тези двамата излязоха на кино. Четиримата сготвихме бързо, хапнахме, а те се прибраха на готово. Донесоха много бира и разни мезета, но за кърмачка – нищо, поне едно парче торта да бяха взели… Щастливата двойка си хапна, после се настаниха да гледат филм и викат мъжа ми – ела с нас. Аз се засегнах и я дръпнах настрани и казах: – Извинявай, но можеше поне веднъж да ми предложиш помощ, имам малко дете и съм смазана. Поне обели картофите за супа или просто предложи нещо. – Ще ме наставляваш ли? Не мисля, че е редно! И аз съм изморена. (От какво ли е уморена – от дивана?) – Значи така, ти си в моя дом. Аз не съм ти на гости, ти си на гости при мен. – Нямам намерение да слушам това! – Знаеш ли какво? Събирай си нещата и се махайте!!! Събраха си багажа и ги нямаше. Дълго след това плаках от обида. Как мислите, нормално ли е да се държат така?
Ще кажеш ли нещо? промълви тя, докато стоеше насред моята кухня. Беше преди година и половина зимата
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013
De Empregada a Membro da Família: Quando Aleuvina Decidiu Casar Após os 63, o Filho e a Nora Ficaram em Choque e Não Sabiam Como Reagir ao Novo Recomeço, Enquanto a Nova Vida se Transformava em Uma Rotina de Trabalho e Desilusão na Casa do Marido, Até Que Aleuvina Escolheu Retomar Seu Lugar ao Lado dos Verdadeiros Familiares
Tornei-me uma criada Quando decidi que ia casar-me, o meu filho, Ricardo, e a minha nora, Margarida
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02
Как Мария можеше да обикне чуждите деца? Тъжната история на Адам: овдовял баща между избора на миналата любов с Виктория и новото начало с Мария, предразсъдъците на тъщата и трудният път към щастието в едно българско село
Как Мария може да обича чужди деца? Атанас отдавна мислеше, че вече е време да се ожени отново.
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085
Ninguém foi enxotado, – dissemos para ambas, – eles é que, por algum motivo, não quiseram ficar! Que venham! Ficaremos felizes – Fica aqui! Não estamos em casa! – respondeu Pedro, tranquilo. – Mas estão a tocar à campainha! – Valéria estacou, levantando-se do sofá. – Deixa tocar, – disse Pedro. – E se for alguém importante? – perguntou Valéria. – Ou algum assunto sério? – Sábado, meio-dia, – respondeu Pedro. – Tu não convidaste ninguém, eu não espero visita! Conclusão? – Vou só espreitar pelo olho mágico! – sussurrou Valéria. – Senta! – A voz de Pedro era firme. – Não estamos em casa! Quem quer que seja, que vá embora! – Tu sabes quem é? – perguntou Valéria. – Suspeito, por isso te peço para sentar e não aparecer à janela! – Se for quem penso, eles não vão desistir facilmente! – disse Valéria, encolhendo os ombros. – Depende de quanto tempo ficarmos sem abrir a porta, – respondeu Pedro calmamente. – Mais cedo ou mais tarde, eles desistem. Eles não vão dormir no prédio. E nós não precisamos de sair de casa. Por isso, senta, pega nos auscultadores, no telemóvel e vê um filme. – Pedro, a minha mãe está a ligar, – disse Valéria, mostrando o telemóvel. – Então à porta está a tua tia com o filho desajeitado, – concluiu Pedro. – Como é que sabes? – Valéria ficou surpreendida. – Se fosse o meu primo, – e Pedro pronunciou “primo” com desdém, – quem estaria a ligar seria a minha mãe! – Não consideras outras hipóteses? – perguntou Valéria. – Se forem vizinhos, não quero conversar. Se fossem amigos, já tinham ido embora depois de tocar algumas vezes. Provavelmente, como pessoas decentes, teriam ligado antes a perguntar se podiam passar! Não ficavam meia hora a tocar à porta! Só familiares inconvenientes atormentam assim a nossa campainha! – Pedro, é a minha tia, – suspirou Valéria. – A mãe mandou mensagem. Pergunta onde é que estamos metidos. A tia Natália quer ficar uns dias connosco, tem coisas para tratar na cidade! – Escreve-lhe que há hotéis de sobra na cidade, – Pedro sorriu. – Pedro! – protestou Valéria. – Não posso escrever isso! – Eu sei, – Pedro refletiu. – Escreve que não estamos em casa, que estamos a morar num hotel porque estão a dedetizar a casa! – Boa ideia! – Valéria escreveu a mensagem e enviou. – Pedro, ela diz para arranjarmos dois quartos para ela e para o Costa… – Valéria ficou perplexa. – Escreve que não há dinheiro. E que alugámos duas camas num hostel, e na sala estamos com quinze estrangeiros, – Pedro sorriu satisfeito com a sua criatividade. – A mãe pergunta quando voltamos, – Valéria olhou para o marido. – Escreve que daqui a uma semana, – disse Pedro. Pararam de tocar à porta. O casal suspirou de alívio. – Pedro, a mãe escreveu que a tia vem daqui a uma semana, – disse Valéria, exausta. – E nós não estaremos em casa outra vez, – disse Pedro. – Sabes que isso não resolve o problema? Não podemos fugir deles para sempre. E se vierem em dia de semana? Ou nos apanharem depois do trabalho? Tanto a minha tia como o teu primo são capazes de tudo! – Pois é, – suspirou Pedro. – Quem nos mandou comprar um T3? – Foi para a nossa futura família grande, – lembrou Valéria. – Precisamos é de filhos! – disse Pedro, sério. – Dois, se possível! – Isso não depende só de nós! – protestou Valéria. – Sabes que temos de investigar! Não está a correr bem! – É preciso eliminar o stress, e tudo resolve-se, – garantiu Pedro. – Stress, ora são os teus, ora os meus! Devíamos mandar todos para longe! Por causa deles nada funciona! Valéria não respondeu. Sabia que Pedro tinha razão. Antes de casar, fizeram exames caros para verificar compatibilidade, doenças genéticas e fertilidade. Tudo estava ótimo. Mas logo depois do casamento, adiaram os planos de filhos para juntar dinheiro para comprar casa. Não podiam contar com heranças. Antes do casamento, ambos moravam com as mães em T1 pequenos. Tiveram de se virar sozinhos. Cinco anos de trabalho árduo e muita poupança renderam um apartamento grande. Usado, prédio antigo, precisou de obras e de mobília nova. Mas foi pura felicidade! Nem tinham festejado a mudança, apareceu logo a tia de Valéria, com o filho. E para não deixarem os jovens refilarem, a mãe da Valéria veio junto. – Aqui não falta espaço! Não como eu com a Valéria, que sofríamos num quarto! – Que maravilha, – aprovou tia Natália. – Um quarto para mim, outro para o Costa! – Na sala não se dorme, – disse Pedro. – É para descansar! – Mas eu não venho trabalhar! – riu tia Natália. – Valéria, explica ao teu marido que não nos fica bem, ele ressona! E ainda nem pôs a mesa para as visitas! – Não vos estávamos à espera, – aflita, disse Valéria. – E o frigorífico está vazio, – disse Pedro, solidário. – Vá lá, – concedeu tia Natália. – Pedro, vai ao supermercado; Valéria, corre para a cozinha! – Então, mexam-se! – mandou a sogra. – É assim que recebem visitas? – Não se estão a achar?… – indignou-se Pedro, mas Valéria puxou-o para outra sala. Quando Pedro conseguiu tirar a mão de Valéria da boca, perguntou: – Valéria, ninguém está a exagerar aqui? Eu meto-os todos na rua, até à tua mãe! Se vieram de visita, comportem-se como convidados! Isto quê? – indignou-se Pedro. – Pedro, ela é simples! Vem do interior! Lá é costume! – Eu conheço gente simples, mas falta de respeito não é costume em lado nenhum! – Amor, não vamos discutir com a mãe e com a tia! Depois vão-me dar cabo dos nervos! E tu vais virar o vilão da família! Precisas disso? – Não me importa nem um pouco! Se me tratam desse jeito, é fácil ignorar e esquecer! Podem desaparecer, não me fazem falta! – Por favor, Pedro! Tem pena de mim! Se mandarmos a tia embora, a mãe nunca me perdoa! Só tenho a minha mãe! Este argumento resultou. Pedro respirou fundo e foi ao supermercado. Tia Natália ficou duas semanas em vez de três dias. Já ao segundo dia, Pedro precisou de valeriana. A partida da tia e do filho foi celebrada com muita alegria, vassoura e esfregona. Limparam a casa durante três dias. Depois, tudo se repetiu, do lado dele. – Mano, vim cá só um tempinho, – disse Demétrio, abraçando Pedro com força. – Tenho uns assuntos para tratar e volto! – Não podes ir tratar disso sozinho? – perguntou Pedro. – Como assim? Tenho família! Não os deixava sozinhos no campo! Pensa! E se acontecer algo? A mulher vigia-me! – Por isso trouxeste as crianças? – perguntou Pedro. – Com quem ia deixá-las? – Demétrio bateu-lhe nas costas. – Eles têm que se divertir! Vamos agitar esta cidade como antigamente! – Demétrio! – berrou Svetlana. – Eu é que te vou agitar, nem vais conseguir mexer mais! Depois de uma hora e meia com o primo Demétrio, Valéria já tinha enxaqueca. As crianças gritavam pela casa, Svetlana só sabia berrar, não falava de outro modo. E Demétrio só queria sair para a noite, o que fazia Svetlana berrar ainda mais. – Pedro, não és filho único da tua mãe? – Valéria murmurou, colada ao travesseiro. – É primo, do lado da mãe, – resmungou Pedro. – Chamo-lhe primo. – Pouco me interessa como lhe chamas, não dá para pedir para sair? – Olha, até que gostava, – disse Pedro, colocando a mão no coração, – mas a situação é igual à tua tia. Depois a minha mãe ‘come-me o juízo’ à colherada! Mal descansavam de uma visita, vinham outras. Tia Natália e filho sempre tinham negócios na cidade. O primo Demétrio e família vinham tratar assuntos de vez em quando. As mães visitavam os filhos regularmente. Sogra atormentava o genro, sogra a nora. O stress constante estava a destruir o equilíbrio do jovem casal. E claro, filhos nessa roda-viva de visitas, nem pensar. Além da saúde ir abaixo – como seria sequer possível? – E se trocássemos de casa? – sugeriu Valéria. – Para um hospital psiquiátrico? – sorriu Pedro. – Ainda nos mandam para lá! – Não, – sorriu Valéria. – Trocamos por uma casa igual. Há quem queira viver noutro bairro. Mudamos e não dizemos a ninguém para onde! – Não resolve, – resmungou Pedro. – E o meu primo e a tua tia vão descobrir, os novos inquilinos contam onde era a casa. Vão encontrar-nos! Depois não nos perdoam! – E talvez consigamos tempo para fazer um filho? – sugeriu Valéria. – Precisamos de tempo para o ter e para nascer. Só assim justificávamos…– Pedro abanou a cabeça. – Nem vale a pena mudar, – suspirou Valéria. – E se pedirmos abrigo a amigos? Talvez assim ninguém nos encontre! – Estás a falar do Valério e da Cátia? – perguntou Pedro. – Sim, – acenou Valéria. – Eles têm espaço. – Mas têm a Tera, esqueceu? – Pedro sorriu. – Prefiro viver com a pastora alemã do que com os nossos familiares! – Valéria baixou os ombros. – Espera! – gritou Pedro, pegando no telemóvel. – Valério, empresta-me o cão! – Amigo! Fico-te em dívida! Queremos ir de férias e não temos com quem deixar a menina! Ela não gosta de estranhos, mas adora-vos! – Valério vibrou pelo telefone. – Trago ração, cama, brinquedos, taças! E pago-te! – Traz já! – animado, disse Pedro. Virou-se para Valéria, radiante: – Liga para a mãe, que a tia venha amanhã! Eu aviso o meu primo para vir na semana seguinte! – Tens a certeza? – questionou Valéria. – Ficaremos felizes em recebê-los! – disse Pedro, sorrindo. – Se não gostam do nosso novo morador, que culpa temos? O primo Demétrio e família bastou um “au!” para preferirem um hotel confortável. A tia Natália tentou ficar. – Fechem esse bicho nalgum lado! – exigia, escondida atrás do filho. – Tia Natália, está a brincar? – sorriu Pedro. – Quarenta e cinco quilos de puro músculo! Não é um cãozinho, é uma pastora alemã! Ela arromba qualquer porta! – Porque é que ela me mostra os dentes? – a voz de tia Natália tremeu. – Não gosta de estranhos, – encolheu os ombros Valéria. – Livrem-se dela! Não posso ficar na mesma casa com essa fera! – Livrar? – indignou-se Pedro. – Este cão é nosso agora! Não temos filhos ainda, precisamos de amor! E amamos muito a Tera! – E nunca a vamos deixar! – acrescentou Valéria. Depois, ambas as mães ligaram a perguntar porque não acolheram familiares. – Ninguém expulsou ninguém, – respondíamos a ambas, – eles é que por alguma razão não quiseram ficar! Que venham! Estamos sempre felizes em recebê-los! – Mas e o cão? – Mãe, nós não negamos nada a ninguém! Mas as mães também deixaram de aparecer de surpresa. Um mês depois, Tera voltou para os seus donos, prometendo voltar se fosse preciso. Não foi necessário. Valéria esperava gémeos.
Ninguém os expulsou, esclareciam, tanto a um lado como ao outro, foram eles que decidiram ir embora!
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072
Stala som slúžkou Keď sa Alžbeta rozhodla vydať, jej syn Jakub s manželkou Zuzanou zostali v šoku z tejto správy a nevedeli, ako správne reagovať. – Ste si istá, že chcete takto radikálne zmeniť život v tomto veku? – opýtala sa Zuzana, pozerajúc na manžela. – Mama, načo takéto prudké rozhodnutia? – nervózne reagoval Jakub. – Chápem, že si už roky sama a väčšinu života si obetovala mojej výchove, ale teraz sa vydávať, to je hlúposť. – Ste mladí, preto takto uvažujete, – pokojne odpovedala Alžbeta. – Mám šesťdesiat tri rokov a nikto nevie, koľko mi ešte ostáva. Ale mám plné právo prežiť zvyšok života s milovaným človekom. – Potom sa s tou svadbou neponáhľajte, – snažil sa matku odhovoriť Jakub. – Toho Juraja poznáš len pár mesiacov a už chceš zmeniť celý svoj život. – V našom veku netreba strácať čas, – argumentovala Alžbeta. – A čo potrebujem vedieť: je o dva roky starší, žije s dcérou a jej rodinou v trojizbovom byte, má dobrý dôchodok a chatu. – A kde budete bývať? – nechápal Jakub. – Veď žijeme spolu, ale pre ďalšieho človeka tu už nie je miesto. – Nemusíte sa báť, Juraj nemá záujem o naše metre štvorcové, takže sa presťahujem k nemu, – vysvetľovala Alžbeta. – Byt je veľký, s jeho dcérou si rozumieme, všetci sme dospelí, takže dôvod na konflikty by nemal byť. Jakub bol nepokojný, Zuzana ho presviedčala, aby prijal rozhodnutie mamy. – Nie sme len egoisti? – zamyslela sa. – Samozrejme, nám vyhovuje, že tvoja mama nám pomáha, často stráži Natálku. Ale ona má plné právo na svoj vlastný život. Ak vznikla taká príležitosť, nemali by sme jej brániť. – Keby spolu len žili, ale načo svadba? – nechápal Jakub. – Ešte nám chýba nevesta v bielom a svadba s programom. – Sú inej generácie, možno im to tak dodá pokoj a istotu, – hľadala dôvody Zuzana. Napokon sa Alžbeta vydala za Juraja, ktorého náhodou spoznala na ulici, a čoskoro sa presťahovala k nemu. Najskôr bolo všetko v poriadku, domáci ju prijali, manžel jej neubližoval, a Alžbeta uverila, že na sklonku života má právo na šťastie a môže sa tešiť z každého dňa. No čoskoro začali pribúdať povinnosti v novej rodine. – Mohli by ste dnes na večeru uvariť pečené mäso? – pýtala sa Ivana. – Sama by som aj uvarila, ale nestíham kvôli práci, vy máte viac voľného času. Alžbeta pochopila narážku a začala variť, časom k tomu pribudlo nakupovanie, upratovanie, pranie a dokonca práca na chate. – Keď už sme manželia, chata je naša spoločná starosť, – zavelil Juraj. – Dcéra s manželom sa tam nestíhajú dostať, vnučka je ešte malá, budeme to robiť spolu. Alžbeta neprotestovala, páčilo sa jej byť súčasťou veľkej pospolitej rodiny, kde vládla vzájomná pomoc a podpora. S prvým manželom také šťastie nemala, bol lenivý a prefíkaný, nakoniec ju opustil, keď mal Jakub desať. Odvtedy prešlo dvadsať rokov a o jeho osude nič nevedeli. Teraz sa teda všetko zdalo správne a povinností sa nevzdávala, nevnímala ich ako záťaž. – Mama, čo si ty za robotníčku na chate? – protestoval Jakub. – Po každej návšteve máš určite zlé tlaky, načo si to robíš? – Samozrejme, že si to robím rada, aspoň mi to dobre padne, – odpovedala jubilantka. – Vypestujeme s Jurajom veľa úrody, určite bude dosť aj pre vás. Jakub však mal pochybnosti, lebo za pár mesiacov ich na návštevu nepozvali, ani aby sa zoznámili. Jakub so Zuzanou pozvali Juraja k sebe, sľúbil, že príde, ale vždy niečo mal, nemal čas ani silu. Tak sa prestali núkať, zmierili sa, že noví príbuzní nestáli o bližšie vztahy. Jediné, čo chceli, bolo vedieť, že mama je šťastná. Zatiaľ to tak bolo, povinnosti a starosti boli pre Alžbetu radosťou. Ale ich počet stále rástol a začalo ju to zaťažovať. Juraj mal na chate vždy bolesti chrbta alebo srdca, starostlivá manželka ho poslala oddychovať a sama nosila konáre, upratovala lístie a vynášala smeti do jamy. – Zasa boršč? – frflal Anton, Jurajov zať. – Včera sme ho jedli, myslel som, že dnes bude niečo iné. – Nestihla som nič navariť, ani na nákup neísť, – ospravedlňovala sa Alžbeta. – Prala som všetky záclony, zavesila späť, bola som unavená, motala sa mi hlava, tak som si šla ľahnúť. – No, mne boršč nechutí, – odsunul tanier zať. – Zajtra Aľka uvarí hostinu na celý svet, – hneď sa ozval Juraj. A tak aj bolo, Alžbeta celý deň stála pri sporáku, večer všetko zjedli za polhodinu. Potom upratovala kuchyňu, a tak to pokračovalo stále. Nespokojnosť Ivany a Antona sa začala prejavovať čoraz častejšie a Juraj sa pridával k nim, vystavil manželku pred rodinou ako vinnú. – Ale aj ja nie som dievča, tiež sa unavím, a nerozumiem, prečo mám všetko robiť sama? – odhodlala sa Alžbeta vzoprieť po ďalšej hádke. – Si moja žena, takže je na tebe, aby si tu udržiavala poriadok, – pripomenul Juraj. – Ako tvoja žena mám mať nielen povinnosti, ale aj práva, – rozplakala sa Alžbeta. Keď sa upokojila, opäť sa snažila všetkým vyhovieť, udržiavať dobrú atmosféru doma. Ale raz to už nezniesla. V ten deň sa Ivana s manželom chystali k priateľom a svoju dcéru chceli nechať u Alžbety. – Nech je malá s dedkom alebo nech ide s vami, ja dnes idem k svojej vnučke, – oznámila. – Prečo by sme sa mali všetci riadiť podľa vás? – vybuchla Ivana. – Nemusíte, ale ani ja vám nič nedlhujem, – pripomenula Alžbeta. – Moja vnučka má dnes narodeniny, upozornila som vás už v utorok. Nestačí, že to všetci ignorovali, ešte ste ma chceli držať doma. – Takto sa to nerobí, naozaj, – hnevá sa Juraj. – Ivana má plány, tie sa teraz rušia, tvoja vnučka je ešte malá, nič sa nestane, ak jej zagratuluješ zajtra. – Nič sa nestane, ak pôjdeme teraz všetci traja k mojim deťom alebo ty zostaneš s vnučkou, kým sa nevrátim, – navrhla ráznym tónom Alžbeta. – Veď som vedela, že z tejto svadby nič dobré nebude, – zlostne poznamenala Ivana. – Varí priemerne, upratuje ledva-ledva a myslí len na seba. – Po všetkom, čo som tu za tie mesiace robila, to naozaj myslíš vážne? – spýtala sa Alžbeta Juraja. – Povedz úprimne – hľadal si ženu, alebo gazdinú pre všetkých? – Teraz nie si spravodlivá, chceš, aby som bol ja tým zlým, – začal mrkať Juraj. – Nerozbiehaj hádku na prázdnom mieste. – Položila som jednoduchú otázku a mám právo dostať odpoveď, – nevzdávala sa žena. – Keď už takto rozprávaš, rob, ako chceš, ale v mojom dome taký prístup k povinnostiam nebudem tolerovať, – pyšne vyhlásil Juraj. – V tom prípade dávam výpoveď, – vyhlásila Alžbeta a šla si baliť veci. – Vezmete späť vašu nešťastnú babku? – ťahala kufor a darček pre vnučku. – Bola som vydatá, som späť, už sa k tomu nechcem vracať, nič sa nepýtajte, len povedzte: príjmete ma späť? – Samozrejme, – skočili k nej syn a nevesta. – Tvoja izba na teba čaká, sme radi, že si sa vrátila. – Ste radi len tak? – chcela počuť tie správne slová. – A prečo by sme sa netešili z blízkeho človeka? – rozumela Zuzana. Vtedy už Alžbeta vedela, že nie je slúžkou. Áno, doma pomáhala aj strážila vnučku, ale syn a nevesta boli slušní, nikdy nezneužili jej pomoc. Tu bola naozaj len mama, babka, svokra a členka rodiny – nie slúžka. Alžbeta sa navždy vrátila domov, podala žiadosť o rozvod a snažila sa už nikdy nespomínať na to, čo tam zažila.
Stala sa slúžkou Keď sa Rozália rozhodla vydať, jej syn Jozef a nevesta Ema zostali v šoku z nečakanej
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032
Nikto ich nevyháňal, – odpovedali sme obom, – sami z nejakého dôvodu nechceli zostať! Nech sa vrátia! Radi ich prijmeme. – Sadni si! Nie sme doma! – povedal Petre pokojne. – Ale zvonia predsa! – Valéria zostala stáť, zdvihnutá z gauča. – Nech zvonia, – odpovedal Petre. – A čo ak je to niekto dôležitý? – opýtala sa Valéria. – Alebo pracovná záležitosť? – Sobota, dvanásta hodina, – povedal Petre. – Ty si nikoho nepozývala, ja nikoho nečakám! Aký je záver? – Pozriem sa len cez kukátko! – zašepkala Valéria. – Sadni si! – v jeho hlase znela oceľová tvrdosť. – Nie sme doma! Kto to je, nech ide naspäť! – Ty vieš, kto tam je? – spýtala sa Valéria. – Tuším, preto hovorím, aby si nesvietila pred oknom! – Ak je to, čo myslím, tak oni tak ľahko neodídu! – povedala Valéria a pokrčila ramená. – Záleží na tom, koľko im neotvoríme dvere, – odpovedal Petre pokojne. – Skôr či neskôr odídu. Spať pred vchodom nebudú. My s tebou nemusíme ísť nikam. Tak si sadni, zober slúchadlá, mobil a pozeraj film. – Petre, volá mi mama, – povedala Valéria, ukazujúc displej telefónu. – Takže za dverami stojí tvoja teta s jej nemotorným synom, – zhrnul Petre. – Odkiaľ to vieš? – prekvapila sa Valéria. – Keby tam stál môj bratranec – a Petre mäkko vyslovil “bratranec”, až to znelo odpudivo, – tak by volala moja mama! – Neuvažuješ nad inou možnosťou? – spýtala sa Valéria. – Keď sú to susedia, nemám chuť sa rozprávať. Keby to boli priatelia, po pár zazvoneniach by už odišli. Ale slušní ľudia by predsa najskôr zavolali a opýtali sa, či ich môžeme prijať! Nie že budú polhodiny zvoniť na dvere. Takto dotieravo a bezočivo týrať náš zvonček dokážu len naši otravní príbuzní! – Petre, to je moja teta, – smutne povedala Valéria. – Mama mi poslala správu. Pýta sa, kde sa túlate. Teta Natália sa u nás zastaví na pár dní, má vybavovačky v Bratislave! – Napíš jej, že v meste je plno hotelov, – usmial sa Petre. – Petre! – vyčítavo riekla Valéria. – Ja to nemôžem napísať! – Viem, – zamyslel sa Petre. – Napíš, že nie sme doma, že bývame v hoteli, lebo sme v byte práve vyhubili šváby! – Jasné! – Valéria napísala správu a odoslala ju. – Petre, chce, aby sme tete rezervovali dva izby: pre ňu a Kostiho, – povedala Valéria zaskočená. – Napíš, že nemáme peniaze. A ešte, že sme si prenajali dve postele v hosteli, a s nami na izbe je pätnásť cudzincov, – Petre sa usmial nad svojou vynaliezavosťou. – Mama sa pýta, kedy sa vrátime, – Valéria pozrela na manžela. – Napíš cez týždeň, – mávol rukou Petre. Zvonček stíchol. Manželia si vydýchli. – Petre, mama písala, že teta príde o týždeň, – prehovorila Valéria unaveným hlasom. – A my opäť nebudeme doma, – poznamenal Petre. – Petre, vieš, že toto nie je riešenie? Veď nemôžeme pred nimi utiecť naveky. Ak prídu cez týždeň? Po práci budú čakať pred dverami? Moja teta, tvoj bratranec, tí sú schopní čohokoľvek! – Áno, – smutne povedal Petre. – Kto nás nútil kúpiť trojizbový? – Petre, veď sme ho brali pre našu budúcu veľkú rodinu, – povedala Valéria. – Potrebujeme dieťa! – povedal Petre vážne. – Najlepšie hneď dve! – A ja čo, je to proti mne? – urazila sa Valéria. – Vieš, že sa musím dať vyšetriť! Nedarí sa! – Treba sa prestať nervovať, potom to pôjde, – povedal Petre vážne. – Na striedačku nám dávajú zabrať, tvojim nervom aj mojim! Kiež by šli všetci, odkiaľ prišli! Kvôli nim sa nám nič nedarí! Valéria neprotestovala. Vedela, že má pravdu. Keď sa brali, absolvovali drahé vyšetrenia o kompatibilite a genetických rizikách. Aj plodnosť im skontrolovali. Vtedy bolo všetko výborné. Ale hneď po svadbe museli dieťa odložiť, lebo potrebovali zarobiť na byt. Dúfať v dedičstvo bolo márne. Pred svadbou obaja žili s mamami v jednoizbových bytoch. Spoľahnúť sa mohli len na seba. Päť rokov tvrdej práce a šetrenia im dovolilo kúpiť veľký byt. Nie nový dom, do opravy investovali, nábytok skoro od začiatku. Ale boli šťastní! Nestihli ani osláviť kolaudáciu, už sa na prahu objavila Valerina teta aj so synom. Aby mladí neskúšali protestovať, tetu sprevádzala svokra. – Vás tu netrápia, miesta máte dosť! Nie ako my, čo sme sa s Valériou tiesnili v jednej izbe! – Pekné, – pochválila teta Natália. – Miesto pre mňa aj Kostiho máme! – U nás sa v obývačke nespí, – riekol Petre. – Je to oddychová miestnosť! – Pracovať tu nechcem! – zasmiala sa teta. – Valéria, vysvetli mužovi, že mi so synom bude nepríjemne, lebo chrápe! A vôbec, hostia sú v dome, a vy ešte ste stôl nenakryli! – Veď sme vás nečakali, – zahanbene odpovedala Valéria. – A chladnička prázdna, – pridala sa Petre. – Tak dobre, – teta sa usmiala. – Petre, bež do obchodu, Valéria na kuchyňu! – No čo stojíte? – vykríkla ešte svokra. – Tak prijímate hostí?! – Vy ste si dali – zakričal Petre, ale Valéria ho okamžite odvliekla do druhej izby. Keď mu Valéria pustila ústa, spýtal sa: – Valéria, tu sa niečo nepomýlilo? Ja ich vyhodím k tvojej mame! Teda aj s tou tvojou! Hostia prišli, tak nech sa správajú ako hostia! A toto čo je? – rozčuľoval sa Petre. – Petre, veď je jednoduchá žena! Zo Šariša! Tak to u nich chodí! – Poznám ľudí zo Šariša, ale hrubosť nikde nie je zvykom! Toto je práve to! – Milý, nehádajme sa s mamou a tetou! – prosila Valéria. – Inak mi potom vymotajú nervy! A ty budeš pre nich nepriateľ! Chceš to? – Je mi jedno, čo si o mne budú myslieť! Ak sa ku mne správajú takto, rád ich nebudem vôbec vnímať! Ani vidieť! Nech si zmiznú, nebudem plakať! – Petre, milý! Zľutuj sa nadomnou! Ak teraz vyhodíme tetu Natáliu, mama ma preklnie! A ja nemám nikoho okrem nej! Tento argument zabral. Petre sa zahryzol do pery a šiel do obchodu. Teta Natália nakoniec u nich ostala namiesto troch dní celých dva týždne. Petre už druhý deň pil valeriánku. Keď konečne odišli, manželia to oslavovali s metlou a mopom. Tri dni umývali byt. A potom prišla situácia z opačnej strany. – Bratku, prídem len na chvíľu, – objal ho Martin, až mu zaskočili kosti. – Niečo vybaviť, potom ideme späť! – Nemôžeš to vybaviť sám? – opýtal sa Petre. – Ako sám? Veď mám rodinu! Nechám ju v Šali, keď idem do Bratislavy? Maj rozum! – zasmial sa Martin. – Čo ak sa mi niečo stane? Manželka ma musí kontrolovať! – A preto si privliekol aj decká? – spýtal sa Petre. – S kým ich nechám? – Martin ho plesol po chrbte. – Tie sa aspoň zabavia! Poďme, ako kedysi, rozprúdime to tu! – Martin! – zajačala Svetlana. – Ja ti to tak rozprúdim, že potom už nebude čo rozprúdiť! Po hodine a pol po príchode Petra brata s rodinou už Valéria ležala s bolesťou hlavy. Deti lietali po byte, kričali. Svetlana vedela len jačať, inak rozprávať nevie. A Martin chcel stále niekam ísť, rozprúdiť noc, Svetlana o to viac vykrikovala. – Petre, nie si jediný syn svojej mamy? – zašepkala Valéria s tvárou vankúši. – To je bratranec, z matkinej strany, – zavrčal Petre. – Volám ho “kuzén”. – Je mi jedno, ako ho voláš, nemôžeme ho nejako poprosiť, aby odišiel? – Vieš, ja by som s radosťou, – povedal Petre s rukou na srdci, – ale situácia je rovnaká ako s tvojou tetou. Moja mama mi vyberie mozog čajovou lyžičkou a ešte ma donúti ho zjesť! Nestihli sa spamätať z jedného “návštevného” útoku, už stáli pred dverami ďalší. Teta Natália so synom neustále niečo vybavovali v Bratislave. Kuzén Martin s rodinou pravidelne prichádzali “vyriešiť si svoje”. Ani mamky nezabúdali na deti. Svokra drásala nervy zaťovi, svokra neveste. Nekonečné napätie podkopávalo duševné zdravie mladých. O deťoch v takejto kolotoči hostí nemohlo byť ani reč. Nielenže zdravotný stav bol biedny, ale aj obyčajne – kde by? – Skúsme vymeniť byt? – navrhla Valéria. – Za mäkkú izbu? – usmial sa Petre. – Aj tak nám ju čoskoro poskytnú! – Nie, – pousmiala sa Valéria. – Vymeníme ho za taký istý! Určite sú ľudia, čo chcú bývať v inom rajóne! Presťahujeme sa a nikomu nepovieme kam! – To je len odklad, – poznamenal Petre. – A môj kuzén, aj tvoja teta zistia od nových majiteľov, kde bola naša adresa. Nájdú nás! A potom nás roznesú za také kúsky! – Možno nám ostane čas spraviť dieťa? – nádejne riekla Valéria. – Musíme nielen spraviť, ale aj porodiť. To bude aspoň dôvod, – pokrútil hlavou Petre. – Najradšej by som sa odsťahovala, – smutne poznamenala Valéria. – Skúsme poprosiť priateľov? Aspoň unikneme! – Myslíš Valera a Katku? – spýtal sa Petre. – Áno, – prikývla Valéria. – Majú voľnú izbu! – Ale Terka tam býva, – usmial sa Petre. – Zabudla? – Radšej budem žiť s ovčiakom, než s našimi príbuznými! – Valéria sklonila hlavu. – Počkaj! – zakričal Petre a chytil mobil. – Valerko, požičaj psa! – Hej! Kamarát! Som tvoj večný dlžník! My s Katkou pôjdeme na kúpeľisko, a Terku nemáme komu zveriť! Cudzích neznáša, ale vás pozná a má rada! – vrieskal Valer do telefónu. – Prinesiem krmivo, podložku, hračky, misky! Dám aj peniaze! – Privez! – radostne povedal Petre. Vrátil sa k Valérii žiariaci ako slnko. – Volaj mame, nech zajtra teta príde! Ja bratovi zavolám, nech cez týždeň dorazí! – Si si istý? – spýtala sa Valéria. – Radi ich prijmeme! – hovoril Petre s vážnosťou. – Kto je im na vine, že sa im náš nový člen nepáči? Kuzénovi Martinovi a jeho rodine stačilo jedno “haf”, aby uprednostnili hotel. Teta Natália chcela brániť právo na návštevu. – Zavrite niekam toho tvora! – kričala, schovaná za syna. – Tetička, žartujete? – usmial sa Petre. – Štyridsaťpäť kíl čistých svalov! To nie je bišón, ale nemecký ovčiak! Tie dvere vynesie! – Prečo sa na mňa škľabí? – zavibroval jej hlas. – Nemá rada cudzích, – pokrčila ramenami Valéria. – Zbavte sa jej! Ja nemôžem žiť v jednom byte s týmto tvorom! – Ako myslíte zbaviť sa? – rozhorčil sa Petre. – Ten psík je náš! Nemáme deti, niekoho musíme ľúbiť! A my ju veľmi milujeme! – Nikdy ju nedáme! – dodala Valéria. Potom obom mamám volali a pýtali sa, prečo odmietli pohostinnosť rodine. – Nikto ich nevyháňal, – odpovedali sme, – sami nechceli zostať! Nech sa vrátia! Radi ich uvidíme! – A pes? – Mami, veď nikomu neodmietame! No ani mamky už do návštevy neponáhľali. O mesiac Terka šla k svojim majiteľom naspäť, ale bola pripravená vrátiť sa na prvé zavolanie. Nebolo treba. Valéria bola tehotná s dvojičkami.
Nikto ich nevyháňal, odpovedali sme obom, oni sami tu akosi nechceli ostať! Nech prídu! Budeme radi!
Възрастен баща, изгонен от дома от сина си, е спасен от изненадваща визита: Истински български разказ за предателство, самота и нова надежда, породена от топлотата на непознат и вярното куче Дюк, сред заснежените улици на Пловдив
Синът и снахата изгониха възрастния баща си от собствения му дом. Дядо вече беше на ръба да замръзне
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07
Дойдохме на гости, а теб те няма: семейна драма в София, роднински посещения и неочаквана ваканция на морето
Дойдохте на гости, а мен ме няма. Живея със съпруга ми в голям град. Дойдох тук преди 15 години като
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034
Alô… É o Vasco? – Não, aqui é a Helena… – Helena? Quem é você? – Minha senhora, e você quem é? Eu sou a namorada do Vasco. Queria falar com ele? Ele não está, ficou até mais tarde no trabalho… Fiquei tonta, reparei gotas vermelhas no chão. A barriga doía tanto que quase me contorcia… Senti que o bebé estava a chegar. O meu marido Vasco já há 5 anos seguidos vai trabalhar fora. Já guiou camiões na Alemanha, fez remodelações na Polónia. Foi pela necessidade de dinheiro. Temos dois filhos e queríamos dar-lhes um futuro melhor. E sabíamos bem que cá em Portugal seria difícil conseguir isso. E sabem, lá fora o Vasco teve sorte. Todos os meses enviava-nos caixas com comida. Conservas, arroz, óleo, doces. Mandava dinheiro para o meu cartão para eu colocar no banco, a render juros. Conseguimos juntar o suficiente para comprar um apartamento para o nosso filho mais velho. Parecia que estava tudo bem, mas uns meses atrás senti algo estranho no meu corpo. Pensei logo em menopausa, mas não era. Engordei, estava cansada, fome constante, o humor mudava. A Internet dizia que eram sinais de gravidez. Mas grávida aos 45? Não acreditei e fui fazer o teste. Lá estavam duas riscas vermelhas. Não quis contar aos filhos nem às noras sobre o bebé. Para quê? Para se rirem de mim, dizerem que a mãe perdeu o juízo na idade dela? Decidi esconder a gravidez. E como era inverno, vestia roupa larga e ninguém via a barriga. Mas não queria ter outro filho. Muitos vão dizer que não tenho Deus no coração, mas eu já não sou jovem. Tenho filhos e netos a quem quero dedicar o tempo, não voltar à rotina dos fraldas e choros. E nem temos dinheiro para mais uma criança. O Vasco teria de voltar a emigrar e eu não aguentava sem ele. Diziam que era arriscado interromper a gravidez e poderia prejudicar-me. Tentei convencer-me que ia correr tudo bem. Talvez o Vasco até ficasse feliz com a notícia de mais um filho. Decidi ligar-lhe no Skype. Só áudio, sem vídeo. – Alô, Vasco… – Não, é a Helena. – Helena? Quem é você? – E você quem é? Eu sou a namorada do Vasco. Queria falar com ele? Ele atrasou-se no trabalho. Desliguei e chorei muito. Às vezes a vida traz traição a qualquer hora, com qualquer pessoa. Pensei logo em pedir o divórcio, deitar fora todas as coisas do Vasco, não ouvir nem ver mais. Mas ainda tinha esperança que ele voltasse para a família quando soubesse do bebé. Sabia que em fevereiro vinha cá por causa dos anos dos filhos. Sonhei até que passeávamos no parque, eu de um lado a segurar a mão da nossa filha e do outro o Vasco. No dia 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, o Vasco chegou. Preparei um jantar romântico, velas, música, tudo para criar um clima de paz. – Vasco, tenho uma surpresa. Estou grávida. Dizem que vai ser uma menina. – Sua grande descarada! – gritou o Vasco. Ficou vermelho de raiva, virou pratos no chão, bateu com os punhos na mesa. – Enquanto eu faço sacrifícios lá fora, anda a saltar pra outros braços? Agora quer que eu aceite esse bastardo? – Vasco, deixa-me explicar… – Sai daqui, não quero ver-te! – empurrou-me tão forte que bati a barriga na mesa e caí. O Vasco saiu, pegou na mala e bateu a porta. Fiquei tonta, reparei nas gotas vermelhas no chão, a barriga doía, contorcia-me. Consegui ligar para o INEM, mas já sentia que o bebé ia nascer. Quando chegaram, já tinha a nossa filha nos braços. Estava tranquila, não chorava, dormia descansada. – Então, mãe, vem connosco? – Não. Levem a menina, eu não a quero. – Como assim? – Levem, já disse! Esta menina acabou com a minha família! Talvez alguém a ame, mas eu não sou capaz. Leve-a, não quero vê-la! Com o coração tranquilo entreguei a menina à equipa médica. Fizeram o exame em casa, não tive problemas, o parto foi sereno. Depois que saíram, limpei tudo, fui para o banho e dormir. Ninguém sabe dos filhos que entreguei a menina. Todos os dias vou à igreja, peço a Deus por ela, que seja saudável e encontre uma família que a queira. Sei que não sou capaz de enfrentar tudo outra vez. Só quero que o Vasco volte. Mas ele já foi novamente para a Alemanha, só fala com os filhos. Podem dizer que sou uma mulher sem juízo. Mas escolho o marido, não a filha. Que Deus me julgue.
13 de fevereiro Hoje o dia começou estranho. O telefone tocou e atendi sem pensar duas vezes. Olá Vasco?
Радикална промяна: Напуснах уютния си апартамент в София, за да започна всичко отначало в старата селска къща на баба в полите на Родопите
Мамо, защо взе това решение? Живееше си удобно, а сега си сама, на края на света, в тази стара къща?