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09
Odišla som do dôchodku a pocítila som neznesiteľnú samotu. Až na staré kolená som zistila, že som svoj život prežila nesprávne.
Ocitla som sa na dôchodku a v tej prázdnote sa všetko rozplývalo do bizarnej osamelosti, ako keď sa ranná
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05
Виктор доведе младата си годеница Оля у дома да се запознае с неговите родители – „Ами ако не им харесам?“, тревожно промълви Оля, когато прекрачиха прага към двора. „Не се притеснявай, ти си най-добрата!“, увери я Виктор с усмивка, отваряйки вратата. В коридора ги посрещна майка му, Евгения Петровна. „Мамо, това е Оля!“, представи я той. „Нали каза, че ще ни запознаеш с годеницата си…“ – изненада се жената, преценяващо оглеждайки Оля. „Е, ето я!“, радостно заяви Виктор. „Странно“, каза подозрително свекървата… А това беше само началото – денят, в който Оля се запозна с родителите на Виктор, тя ще помни цял живот
Виктор води своята годеница у тях, за да я запознае с родителите си. Ами ако не им харесам?
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013
A Traição dos Próprios Filhos Dasha, mais uma vez, olhava encantada para o irmão e a irmã. Que lindos eles eram! Altos, morenos, olhos azuis. Mais uma vez estavam a ser premiados. Venceram outra competição. Dasha levantou-se para tentar ser a primeira a cumprimentá-los. Coxeando com a perna direita, foi até lá. Tinha feito dois coelhinhos de lã para o irmão e a irmã — um com saia, outro com calças aos quadradinhos. Queria oferecer-lhes. Desajeitada, muito gordinha, com pouco cabelo apanhado de qualquer maneira e um sorriso tímido. Cristina e Marco fingiram não ver a irmã. Ela esforçava-se para chegar junto deles. — Deixem-me passar, por favor. São o meu irmão e a minha irmã! — dizia Dasha alegremente. — Cris, tá ali uma gorda a gritar que é vossa irmã. Isso é verdade? — perguntou à Cristina a amiga loira, Elisa. Cristina virou-se um pouco e viu Dasha. — Gorda estúpida! Cá está ela outra vez. Aposto que a mãe mandou vir. Que vergonha! — pensou. Em voz alta, respondeu: — Claro que não. Só tenho um irmão. O Marco. — Pois, já imaginava. Queria era colar-se. Que triste! E ainda vos quer dar brinquedos — riu-se Elisa. — Deve ser a nossa fã cá da terra. Vai lá buscar os brinquedos, Elisa. E depois apanha-nos, que eu e o Marco já vamos indo! — Cristina mandou um beijo e arrastou o irmão pela mão para fora da multidão. Elisa ficou com os dois coelhinhos, garantindo à Dasha que os entregaria. — Obrigada! Eu vou esperar por vocês em casa! Vou fazer bolos! — respondeu a menina, saindo, ainda coxeando. — Pronto, já te entreguei. Disse que vos ia esperar em casa. Fazer bolos. Ela própria parece um bolo. Cris, é mesmo vossa família? Porque é que ela vos chateia? — insistiu Elisa. — Não! Eu nem a conheço! Muita gente quer estar perto da fama, suponho. Vamos! — Cristina atirou os coelhinhos para o lixo e, juntamente com Elisa e Marco, foi para a cerimónia. Ela mentiu à amiga. Dasha era mesmo a irmã dela. Meia-irmã. A mãe de Cristina e Marco, Inês, trouxe-a para casa depois de um acidente vitimou a prima afastada. Só restou Dasha. Pequena e com uma lesão. Na verdade, Inês era da família só de longe — tipo “parente de sete águas”. Nem tinham o mesmo apelido. Os parentes mais próximos recusaram. Mas Inês não. Teve de aturar um escândalo do marido e dos filhos. Quando souberam que iam ter uma irmã, os dois espernearam alto. Cristina e Marco eram mimados, os pais nunca lhes recusavam nada. — Mãe, não a tragas para cá! É gorda, manca e tola. Só dá vergonha! — Filhos, coitada da menina. Está sozinha no mundo. Leva-se cães e gatos para casa, imaginem uma menina! Não nos vai incomodar, a casa é grande! Cheios de má vontade, aceitaram. Inês era diretora de uma loja, o dinheiro vinha dela. O pai era seu subalterno e nunca se esforçou muito, tendo sempre affairs às escondidas. Se Inês sabia, fingia que não — o marido era mesmo bonito e os filhos saíram-lhe ao pai. Dasha cresceu. Pequena, engraçada, cabelos loiros, olhos quase transparentes, azul-clarinho como o irmão e a irmã. — Os olhos dela mais parecem leite azulado. Gorda! — ria Cristina. Dasha era fofa, simpática, com covinhas nas bochechas. Muito bondosa. Mas brincava sempre sozinha. O irmão e a irmã não queriam brincar com ela. E culpavam-na de tudo. Marco partiu o vaso caro, Cristina rasgou a blusa da mãe — tudo era culpa da Dasha. Ela nem se defendia. Só acenava com a cabeça e pedia desculpa. Sabia quem tinha sido, mas não queria que o irmão e a irmã fossem ralhados. Eram tão bonitos… A mãe adotiva, Inês, também não a ralhava. Já o pai… irritava-se. — Para quê é que trouxeste este espantalho para casa? Que vergonha! Nem sabe andar, pesa como um elefante. Filho e filha de uma beleza invulgar, e tu vais buscar esta desgraçada? Os outros tiveram juízo, não a quiseram. A quem vai ela fazer falta quando crescer? — gritava o pai. Dasha ouvia atrás da porta. Depois ia ao espelho, não gostava do que via. Queria ser como Marco e Cristina. Mas… Foi para outra escola. Os gémeos fizeram birra até que a mãe aceitou. Sentia que a frágil ponte que tentava construir entre os filhos biológicos e a adotiva estava a ruir… E nada podia fazer. O tempo passou. Marco e Cristina foram estudar fora. Dasha pediu para ficar em casa. —Filha, tu podes entrar em qualquer lugar, eu pago! Queres ser designer, tradutora, o que tu quiseres, Dasha! Ela fazia festas à mãe, como um gatinho, e abraçava-a. Inês sentia ternura e calor. Os filhos biológicos, de vez em quando lá davam um beijo à mãe, a custo. Nunca houve entre eles a mesma ligação. Dasha ia sempre à porta esperar a mãe do trabalho. Mesmo à noite, mesmo com frio. Ou então ficava sentada no hall. O marido e os filhos estavam sempre ocupados, nem diziam “olá”. Inês às vezes chamava-os à atenção, mas Cristina retrucava: — Mãe, estamos ocupados! Esta tonta está como um cão a esperar-te porque não tem nada para fazer. E não sonha sequer com mais nada! Dasha olhou para a mãe com os olhos transparentes: — Mãe, posso tratar de animais? Cães, gatos, porquinhos. Quero ser veterinária. E posso estudar cá. Não era de admirar — Dasha trazia sempre animais abandonados para casa. Tratava deles e depois dava-os a alguém. Um cão grandalhão ficou lá, tipo serra da estrela. Cristina zangava-se por não ser de raça, mas Inês ficou do lado da Dasha. Assim foram vivendo. Um dia, Inês ficou doente e teve de ficar por casa. O marido, ao ver que o dinheiro estava a acabar, deixou-a rápido e foi viver com uma amiga dela, dona de um cabeleireiro. Os filhos só apareciam para pedir dinheiro. Ainda havia umas poupanças. Só Dasha ficou com a mãe. Arrastando a perna, todos os dias cozinhava, fazia massagens e chás para a mãe. À noite bebiam chá debaixo da macieira. Nesses momentos Dasha era feliz. Cristina e Marco casaram. A mãe ajudou-os a comprar casa. Mas logo houve problemas. O filho apareceu às quatro da manhã a chorar, cheio de dívidas. Uma quantia enorme. —E agora? Nem vendendo tudo chega para metade. Falei ao pai? Não tem dinheiro. Filho, mesmo assim não chegamos lá. O que vamos fazer? — chorava Inês. — Mãe, nesse caso esquece que tens filho — disse Marco, frio. — Como assim?! Que disparate! Marco sugeriu venderem a moradia. Assim, com tudo, pagava-se a dívida. — E nós, filho? E eu e a Dasha? Onde vamos viver? —A gorda que se desenrasque. Já tivemos de a aturar a vida toda. Tu, vens para minha casa! — sorriu Marco. A mulher dele, Lurdes, não devia achar grande graça, mas Inês, desesperada, não contrariou. Só exigiu que Dasha fosse com ela. Marco concordou. Só que Dasha foi ter com a mãe e disse: — Vai tu, mãe. Eu… vou viver com uma pessoa. Já me convidou. Não te preocupes por mim! —Quem? Devíamos conhecer! Porquê não disseste antes, filhinha? —Depois conheces, mãe. Vai tranquila! — abraçou-a Dasha. Marco ficou aliviado. Não teve de arranjar desculpas para deixar Dasha de fora. Mas ela tinha mentido. Não tinha ninguém. Só percebeu que não era bem-vinda, e isso ia magoar a mãe, já debilitada. Não queria preocupá-la. Porque amava-a acima de tudo. Alugou um quarto, pelo anúncio, numa casinha. Um idoso, o senhor Protas, vivia sozinho com galinhas, cabras e porcos. Ficaram amigos. Quando soube que Dasha era veterinária, recusou receber renda. Ela insistiu em pagar e ele lá lhe devolvia o dinheiro disfarçado. Tudo corria bem. Estava feliz no trabalho, respeitada, os animais adoravam-na. Dava-lhes sempre mimos e petiscos. —Vem cá, Sharik, toma a prendinha que a Dasha trouxe! — dizia ela. —Ai menina, no hospital não tratam assim do meu animal! És um anjo! — dizia dona Ana, dona de um gato persa. Dasha florescia. Mas o coração ficava apertado — como estaria a mãe? Ligava-lhe sempre mas, ultimamente, só Marco atendia e respondia mal. —Tenho saudades. Não vejo a mãe há meio ano — suspirava à noite para o senhor Protas. —O que esperas, menina? Vamos lá! Tenho o meu Fiat velho, vamos as duas. — propôs o idoso. Dasha ficou radiante. Tinha a morada do Marco. Bateram muito tempo à porta. Finalmente abriu uma loira alta de robe. —Quem são? Vendem alguma coisa? Não queremos! — Ela tentava fechar a porta. —A senhora é Lurdes? Mulher do Marco? — perguntou Dasha. —Sim, sou. E tu és? —Sou a Dasha. A irmã dele! — tentou Dasha entrar, mas Lurdes bloqueou a entrada. —Sim, já percebi. O que vens cá fazer? Vou ao esteticista, não tenho tempo — disse com antipatia. —É só um instante. Este é o senhor Protas. Onde está a mãe? Viemos vê-la. —Não está aqui. O Marco levou-a. Para um lar. Ficou acamada, ninguém tinha tempo para ela. Para onde? Sei lá, nunca fui lá. Vou ligar ao Marco. Alô, Marco? Está cá a tua irmã. Com um velho qualquer. Querem a morada. Pronto, já digo. Olha, e não voltem cá! — disse Lurdes, largando um cheiro intenso de perfume. Dasha só queria saber da mãe. Pegou na morada e desceu as escadas com o senhor Protas. —Porquê não me disseram? Se calhar… Mas eu teria feito alguma coisa — chorava. —Que vergonha! Podiam trazer a tua mãe para minha casa! Tenho quartos! Deviam era ter avisado, isto não se faz! — reclamava o velho. Foram ao lar. A mulher frágil e magra, de olhos fundos — seria aquela a mãe de Dasha?! Tão cheia de vida e agora deitada, sem força. —Mãe! Sou eu, Dasha! Mãe, perdoa! Eu não sabia… Vou levar-te para casa! Vais comer ovos mexidos das galinhas do senhor Protas! E leite das cabras! Vais ver, ficas boa depressa! Mãe, fala comigo! Amo-te, mãe! Conseguiram levá-la para casa. Dasha era filha por lei, e o senhor Protas ajudou com “conheço amigos importantes” e insistências. Marco queria que a mãe ficasse ali para sempre, mas não conseguiu impedir. Ao fim de dez dias, Inês levantou-se. Foi até à janela. No quintal, a porca Fátima passeava. O galo cantava. Cheirava a erva e a leite. E também a bolos — Dasha estava a cozer. Entrou a tropeçar e viu a mãe em pé. Abraçou-a, pedindo perdão por não ter vindo antes. Pedia desculpa por ter de viver consigo e não com Cristina e Marco. Inês apertou-a em silêncio. Como se visse de novo a menina loira e engraçada, não sua de sangue, mas a única a estar a seu lado no fim da vida, quando já não fazia falta aos filhos bonitos e bem-sucedidos. —Não faz mal, Dasha. Agora vai ficar tudo bem, minha filha — sussurrava Inês. —Meninas! Então, vamos lanchar ou não? — entrou o senhor Protas, bem disposto. Riram-se e, de mãos dadas, os três foram para a cozinha. E para uma nova vida…
A Traição dos Filhos Dalila mais uma vez fitava, fascinada, o irmão e a irmã. Que lindos eles eram!
Мъжът се прибра у дома и, без дори да събуе обувките или да свали якето, възкликна: “Лина! Трябва сериозно да поговорим…” — и веднага, с широко отворени очи, продължи: “Влюбих се!”
Мъжът се прибра у дома в Пловдив и, без дори да си събуе обувките или да свали лекото си сако, извика
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033
Zrada vlastných detí Danka opäť s obdivom sledovala svojho brata a sestru. Akí boli krásni! Vysokí, tmavovlasí, s modrými očami. Zase ich oceňovali. Vyhrali už po niekoľkýkrát v súťaži. Postavila sa, aby bola prvá pri nich. Pripadala na pravú nohu a ponáhľala sa tam. Uplietla bratovi a sestre dvoch zajkov – jednej v sukničke, druhého v kockovaných nohaviciach. Chcela im ich darovať. Neohrabaná, veľmi pri sebe, redšie vlasy zopnuté jednoduchou sponkou, na perách úprimný úsmev. Kristína a Marek akoby ju nevideli. Ona sa však prebíjala k nim s odhodlaním. — Pustite ma, prosím! To sú môj brat a sestra! Pustite ma! — radostne volala Danka. — Kika, nejaká tučná baba tu kričí, že je vaša sestra. To je fakt? — obrátila sa na Kristínu kamarátka, blondína Líza. Kristína sa mierne otočila a zbadala Danku. — Krava tučná! Dotrepala sa. Mama jej asi povedala. Hanba! — pomyslela si. Nahlas však odvetila: — Nie, určite nie. Mám len jedného brata. Mareka. — Tak som si myslela. Chcela sa len prilepiť? Úbohá! Ešte vám aj nejaké hračky podstrkuje, — uchechtla sa Líza. — Možno naša najväčšia fanúšička. Zober od nej tie hračky, Líza. Potom nás dobehni, ja s Marekom už ideme! — Kristína poslala vzdušný bozk a chytiac brata za ruku, predierala sa davom preč. Líza si od Danky prevzala zajacov a ubezpečila ju, že ich odovzdá. — Super! Ja vás čakám doma! Upečiem buchtíčky! — a dievčatko neohrabane dokrivkala preč. — Tu máš, odovzdala som ti ich. Vraj vás bude doma čakať, buchtíky upečie. Sama ako buchta. Kika, to opravdu nie je vaša rodina? Prečo sa k vám vnucuje? — vypytovala sa Líza. — Nie! Nepoznám ju! Všetci by sa radi priživili na našej sláve asi. Poďme, už na nás čakajú! — Kristína hodila zajacov do koša, so sestrou a bratom odišli na vyhodnotenie. Oklamala kamarátku. Danka bola naozaj jej sestra. Nevlastná. Kika a Marek vyrastali rozmaznaní, rodičia im nič neodopierali. Ich mama, Inézia Ivanovna, si Danku vzala domov, keď zomrela vzdialená príbuzná. Vratili sa všetci z dovolenky, no a… Danka zostala sama. Malá, s úrazom. V skutočnosti bola mama Kristíny a Mareka Dankinou vzdialenou rodinou – „siedma voda po vareche“. Priezviská mali iné. Bližší príbuzní sa jej vzdali, no ona ju prijala. Predtým však musela zniesť histerické scény od manžela i detí, keď zistili, že budú mať nevlastnú sestru. — Mami, neber ju k nám! Je tučná, kríva, hlúpa. Hanba s ňou chodiť po ulici! — Detičky, je mi jej ľúto. Je úplne sama. Psíkov a mačičky si ľudia domov berú a tu je živé dieťa. Nemôže nám predsa prekážať, náš dom je veľký! — presviedčala ich Inézia Ivanovna. S nechuťou súhlasili. Inézia bola riaditeľka predajne, otec len jej zástupca. Práca ho veľmi nenamáhala, zato nepretržite mal bokovky. Ak Inézia o tom aj vedela, mlčala – jej Leonid bol krásavec ako z časopisu, deti sa podali na neho. Danka rástla. Malá, usmievavá, s blond vláskami, očami — rovnako modrými, hoci priezračnými ako voda. — Má ich ako mlieko s modrou skalicou. Buchtárka! — smiala sa Kristína. Danka bola ako pampúšik. Mäkučká, chutná, s jamkami v lícach. Veľmi dobrá. Len sa musela hrať sama. Brat so sestrou ju medzi seba nebrali. Dostávala to poriadne pocítiť. Marek rozbil drahú vázu, keď sa naháňal. Kristína si chcela vyskúšať mamin módny svetrík, roztrhla ho. Vinu zvalili vždy na Danku. Tá nikdy neodporovala. Len kývla hlavou a ospravedlnila sa. Vedela, kto je vinný. Ale nechcela, aby súrodencov trestali. Boli predsa takí krásni! A pritom ani takzvaná Dankina mama ju netrestala. Zato otec sa vybúril: — Načo si brala do domu túto obludu! Pred hosťami hanba! Ani chodiť poriadne nevie, váži ako slon. Syn aj dcéra sú nádherní, tak si k nim doviezla toto nešťastie, aby vynikli? Iní boli múdrejší, nebrali ju. A ty si ju navešala na krk. Kto ju bude chcieť, keď vyrastie? Táto strašidelná bábka? — kričal Leonid. Danka to počúvala spoza dverí. Potom išla k zrkadlu. Nemala rada svoj obraz. Chcela byť taká krásna ako Marek a Kristína. Ale… Do školy ju zapísali do inej. Dvojčatá to presadili. Povedali mame, že budú utekať z hodín, ak tam Danka pôjde tiež. Inézia Ivanovna súhlasila. Videla, že ten krehký mostík, ktorý budovala medzi vlastnými deťmi a adoptívnou dcérou, sa rúca… A nič s tým nemohla urobiť. Čas plynul. Marek a Kristína odišli študovať. Danka poprosila mamu, aby mohla zostať doma. — Čo to, dcérka. Prijmú ťa kamkoľvek, všetko zaplatím! Chceš? Môžeš byť návrhárka, prekladateľka, čokoľvek, Danko! — objala ju mama. Danka, ako mačiatko, pritúlila sa k jej lícu a objala ju. Žena hneď pookriala. Vlastné deti mamu zriedka bozkom poctili a aj to neochotne. S nimi nebolo tej vnútornej teplosti ako s Dankou. Tá ju vždy čakala po práci – v zime na dvore, inokedy na taburete v predsieni. Ale manžel a deti — každý si robil svoje, ani „ahoj“ nevyslovili. Raz mama poznamenala, že by bolo milé prísť matke naproti. Kristína odvrkla: — Mama, veď máme robotu! Táto hlupaňa ťa čaká ako psík, len preto, že nič lepšie nemá a o ničom nesníva. Danka pozrela na mamu svojimi priezračnými očami. Pošepkala: — Mami, môžem liečiť zvieratká? Psíky, mačičky… Chcem byť veterinárkou. Dá sa to tu vyštudovať. Výber bol logický. Danka stále prinášala domov mačiatka, šteniatka, starala sa, hľadala im nový domov. Jedného psa, veľkého huňatého, si nechali. Kristína protestovala, chcela čistokrváka, no mama stála na strane Danky. Tak žili. Čoskoro, kvôli zdraviu, musela Inézia Ivanovna zostať doma. Manžel, keď videl, že príjem čoskoro vyschne, preskočil ku kamarátke svojej ženy, majiteľke kaderníctva. Prichádzajúce deti už potrebovali vlastne len mamine peniaze. Našťastie boli aj úspory. Pri Danke zostala len ona. Danka, krívajúca, každý deň varila mame dobroty, robila masáž, čajila sa s ňou pod jabloňou. V tej chvíli nebolo šťastnejšieho človeka ako ona. Kristína s Marekom založili rodiny. Matka im pomohla s bývaním. No čoskoro prišla pohroma. Syn o štvrtej ráno došiel, skoro v slzách, že má dlhy. — Čože? Kde mám zobrať toľko peňazí? Otca si sa pýtal? Nemá? No, pravda… Synu môj, ani keby som všetko dala, nie je to ani desatina. Čo urobíme? — zúfala si Inézia. — Mama, tak to je koniec. Už viac nemáš syna, — uchechtol sa Marek. — Akože? Čo to trepeš? — mama ho objala. Marek navrhol: Predať dom. Tak by dostali všetko na splatenie dlhu. — Ale synček… A my kde? S Dankou? Kam pôjdeme my? — preľakla sa mama. — Kam pôjde tá tučná hlúpa krava, je mi fuk. Je dospelá, nech sa živí sama. Dosť ste ju živili. Ty… ty pôjdeš k nám! Lerička bude rada! — usmial sa Marek. Lerička bola jeho žena. Inézia si nebola istá, že bude rada. Ale hádať sa nešla, syna predsa treba zachrániť! Dala podmienku: Danka pôjde s ňou. Marek musel súhlasiť. Lenže Danka potom pristúpila k mame a povedala: — Mamka… Ty choď sama. Ja… presťahujem sa k jednému človeku. Volal ma už dávno. Nemusíš sa báť! — Ako to? A kto je to? Nebudeme sa zoznamovať? Prečo si mlčala, Danko? — usmiala sa mama. — Neskôr, mama. Neboj sa! — objala ju Danka. Dokonca aj Marekovi sa uľavilo. Nemusel s Kristínou pripravovať plán, ako sa Danky zbaviť, keď ju tam nechcel. Oklamala. Žiadneho človeka nemala. Len vnímala, že ju tam nechcú. Nechcela, aby mala mama trápenie a ešte slabšie zdravie. A milovala ju viac, ako všetko na svete. Prenajala si izbu. V domčeku býval sám starý pán, dedo Prochor. Unavený, hľadal niekoho k sebe. Doma mal sliepky, kozy, prasiatka. S Dankou si sadli ako uliati. Keď zistil, že je veterinárka, nechcel od nej peniaze, Danka však trvala na svojom. Ale dedko jej ich aj tak vždy vrátil. Darilo sa jej. Práca bola, ľudia ju vážili, zvieratá milovali. Všetky Danku zbožňovali. Vždy našla láskavé slovo, po procedúrach kúpila zo svojho maškrty. — Poď, Šarik, slniečko. Danka ti donesie dobrotu! Neboj sa, maličký. Ak čosi, hneď volajte! — tešila klientov. — Zlatíčko, v nemocnici nás tak nevítajú, ako ty môjho Barsa! Si poklad, dievča! — hovorila Anna Petrova, majiteľka luxusného kocúrika. Danka rozkvitala. Len srdce cítila tiesnivý strach o mamu. Často volala, no akoby s ňou ani nechcela hovoriť. Napokon telefón bral Marek a nevrlo hovoril, že mama oddychuje. — Neviem, chýba mi. Pol roka som ju nevidela, — povzdychla si Danka pri večernom čaji s dedom. — Prečo nejdeš? Poď, vezmem ťa. Mám „žigulák“, starý ako ja, ale jazdí! A mám vodičák, — navrhol ded Prochor. Danka sa potešila. Marekovu adresu mala a tak šli. Dlho klopali, nakoniec otvorila dlhonohá blondína v krátkom župane a zívala. — Čo chcete? Nič nekúpime! — pokúšala sa zatvoriť dvere. — Vy ste asi Lera? Marekova žena? — hádala Danka. — Hej, — natiahla Lera. — A vy ste kto? — Ja som Danka, jeho sestra! — Danka sa pokúsila prejsť, no Lera jej zastúpila cestu. — A čo tu chceš? Idem ku kozmetičke, nemám čas, — zdvihla obočie. — Len na chvíľu. Toto je dedo Prochor, je so mnou. Kde je mama? Len ju pozriem, hneď pôjdem. Nebudem vám zavadzať, — prosila Danka. — Nie je tu. Marek ju odviezol. Kam? Do domova. Úplne odišla, kto by ju opatroval? On je v práci, ja mám svoje. Kam? Neviem, nebola som tam nikdy. Počkajte, zavolám. Haló, Marek? Tá Danka tu je. S nejakým stareckým dedom. Chcú adresu… Dobre. Tak tu to máte. Ale už sem viac nechoďte! — podávala jej lístok voňajúca drahým parfumom. Danka však nedbala. Zobrala papierik a s dedom išli dolu po schodoch. — Ako toto? Prečo mi nepovedali? Aj keď nemám prenajatý byt, niečo by som vymyslela… — šepkala Danka. — Čo to trepeš? Mamku by si k nám! Mám veľký dom, izba voľná! Museli povedať! To je strašné! — rozčúlil sa ded Prochor. Dorazili na miesto. Táto maličká, chudulinká starenka s vpadnutými očami — to je Dankina mama? Tá bola vysoká, plnšia, dobrosrdečná, všetko riešila. Teraz bezvládne ležala a hľadela do stropu. — Mama! Tu je Danka! Prepáč mi, že som neprišla. Mama, niet mi odpustenia! Mama, počuješ? Zoberiem ťa domov! Ku dedkovi! Má sliepky, budem ťa kŕmiť volským okom! A kozím mliekom! Hneď budeš zdravá… Mamka, mlč! Ja ťa ľúbim! Ideme domov, mama! — plakala Danka, držiac v rukách nepatrnú ruku Inézie Ivanovnej. Podarilo sa jej ju vziať domov – formálne bola jej dcérou. Ded Prochor navyše „zasiahol“, že je veterán, vyhrážal sa kamarátovi generálovi. Marek vybavil, aby tam mama zostala natrvalo… Na desiaty deň sa Inézia Ivanovna postavila. Prišla k oknu. Na dvore pomaly prešla prasnička Fekla. Kohút zakikiríkal. Vzduch voňal trávou, mliekom, buchtami. Tie Danka práve piekla. Vbehla do izby, krivkajúc na nohu, a keď videla mamu, ktorá stála a plakala, objala ju a prosila odpustenie, že tak dlho neprišla. Ospravedlňovala sa, že musí žiť s ňou, nie s Marekom či Kristínou. Inézia Ivanovna ju ticho objala. Ako by znovu videla svoje malé, smiešne, ale milujúce dievčatko. Nie dcéru po krvi, ale jedinú, čo bola na jej sklonku života pri nej, keď ju krásne a úspešné deti už nepotrebovali. — Neboj sa, Danko. Už bude všetko dobré. Neboj sa, dcérka, — šepkala Inézia. — Dievčatá! Čo, ideme čajovať? — vošiel ded Prochor. A tak, smejúc sa, všetci traja išli popri sebe do izby. V ústrety novému životu…
Zrada najbližších Dáška opäť raz obdivne pozerala na svojich súrodencov ako boli krásni! Vysokí, uhlovlasí
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088
Levei a minha cunhada e o filho dela de férias connosco — Arrependo-me mil vezes dessa decisão!
Levei a minha cunhada e o filho dela de férias. Arrependi-me mil vezes. Eu e a minha esposa costumamos
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03
Чужда в собствения дом: Как Жена на българин между любовта на бащата към дъщеря си и своето място в семейството – Историята на Марк, Жени и малката Лика в едно съвременно българско семейство
Излишна в собствения си дом Как да не разбереш, Станислав вече не можех да сдържам гласа си. Не ми е приятно!
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028
Zobrali sme švagrinú Renátu aj s jej malým synom na dovolenku k moru: Oľutovali sme to tisíckrát – všetko sa pokazilo kvôli jej rozmarom, nie kvôli dieťaťu!
Počúvaj, musím ti niečo povedať o našej poslednej dovolenke, ešte stále sa z toho spamätávam.
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025
Um armário caótico, pilhas de roupa por passar, sopa azeda no frigorífico — esta é a nossa casa. Tentei conversar delicadamente com a minha esposa sobre tudo isto, mas acabei por ser também acusado. Apaixonei-me por Maria à primeira vista, assim que a vi. Fiquei imediatamente rendido à sua beleza e ao seu encanto. Achei-me incrivelmente sortudo por ter ao meu lado uma mulher tão inteligente, atraente e asseada, por isso não hesitei em pedi-la em casamento. Decidimos começar a viver juntos e a Maria deixou logo claro que não gostava de tarefas domésticas. Preferia dedicar-se à carreira e queria dividir as obrigações da casa de forma igual. Achei que era uma proposta justa e aceitei sem problema. Parece-me agora que não sabia o que o futuro nos reservava. Repartimos as tarefas domésticas e a Maria garantiu-me que conseguia dar conta tanto do trabalho como de tudo lá em casa. Confiei no seu julgamento e não insisti na minha opinião. Seis meses depois, comecei a perceber que as coisas não estavam a correr como planeado. A carreira da Maria não se desenrolou do jeito que ela esperava. Trabalhava a meio tempo numa empresa de que ninguém ouvira falar, com um salário oscilante e horários instáveis. O dinheiro que recebia gastava-o apenas com caprichos pessoais, enquanto eu trabalhava incansavelmente das oito às oito. Mesmo assim, a Maria mantinha a ideia da divisão das tarefas e, por vezes, simplesmente ignorava as suas próprias responsabilidades. No início, ela fazia a sua parte com dedicação, mas o entusiasmo foi minguando. A casa tornou-se cada vez mais desarrumada, com montes de roupa por passar em todo o lado. E, para meu espanto, acabou por me responsabilizar, dizendo que eu deveria ajudar mais. Esta postura magoou-me profundamente; tornou-se insuportável tentar conciliar tanto trabalho com todos os deveres domésticos. Desde o início, estabelecemos um acordo de divisão justa das tarefas. Esperei que as coisas melhorassem depois do nascimento do nosso filho, julgando que a Maria tomaria conta da casa e da nossa bebé durante a licença de maternidade. Infelizmente, tudo só piorou. Às vezes penso que a minha vida seria melhor sem a minha esposa. Além das questões práticas, as discussões tornaram-se rotina cá em casa. Apesar de tentar colocar-me no lugar da Maria e compreender o seu lado, não deixo de sentir que as minhas necessidades são postas de lado. Trabalho no escritório e em casa, assumindo várias responsabilidades e ainda trato de tarefas domésticas. Só queria é poder descansar. Pergunto-me o que faz a Maria durante o dia na licença de maternidade, que a impede de preparar o jantar ou de arrumar o quarto. O nosso bebé tem apenas 2 meses e passa a maior parte do tempo a dormir. Penso que, no lugar dela, conseguiria dar conta de algumas tarefas domésticas nesse tempo. Não consigo evitar pensar como será se tivermos outro filho. Sou a favor da igualdade e do apoio mútuo, mas parece que a Maria tem dificuldade em entender este conceito. Não quero destruir a nossa família, porque amo muito a nossa filha. Mas sinto que cheguei ao limite da paciência. Não sei como continuar a viver nesta situação. De que lado é que tu estás nesta história?
Um armário caótico, montes de roupa por passar, sopa azeda esquecida no frigorífico tudo isto faz parte
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04
– Аня, пак остави мократа хавлия на закачалката в банята? Гласът на свекървата прозвуча от коридора, тъкмо когато Анна бе прекрачила прага след работа. Валентина стоеше с кръстосани ръце и я гледаше изпитателно. – То там съхне – Анна събу обувките. – Затова е закачалката. – В нормалните домове хавлиите се оставят на сушилник. Макар ти откъде да знаеш такива неща. Анна отмина без отговор. Двадесет и осем години, две висши, ръководна длъжност – и всеки ден слуша забележки за хавлиите. Валентина изпрати снаха си с недоволен поглед. Тая студенина… високомерие… На Максим му трябваше топла, домашна жена, не някаква ледена статуя. Следващите дни Валентина наблюдаваше. Подслушваше. Запомняше… – Артьом, прибери играчките преди вечеря! – Не искам. – Не те питам дали искаш. Прибери! Шестгодишният Артьом набъбна, но тръгна да събира разпилените войничета. Анна дори не го погледна, режеше зеленчуци. Валентина следеше сцената през вратата на хола. Ето я студенина! Нито усмивка, нито мило слово. Само нареждания. Горкото дете. – Бабо – Артьом се покатери до нея на дивана, докато Анна сортираше пране в спалнята. – Защо мама винаги е лоша? Валентина го погали по главата. Идеален момент. – Нали знаеш, слънчице… някои хора просто не могат да показват обич. Тъжно е. – А ти можеш ли? – Разбира се, миличък. Бабата много те обича. Баба не е лоша. Артьом се гушна до нея по-силно. Валентина се усмихна. Всеки път, когато оставали сами, тя добавяла нови красноречиви щрихи… – Мама днес не ми позволи да гледам анимации – оплакваше се Артьом на другата седмица. – Горкичкият. Мама ни е строга, а? И на баба ѝ се струва, че понякога е прекалено строга. Но не се притеснявай, идвай при мен, мен винаги ще разбереш. Момчето кимаше, попиваше всяка дума. Баба е добрата. Баба разбира. А мама… – Знаеш ли – Валентина говореше заговорнически, – някои мами просто не могат да бъдат мили. Не е твоя вина, Артьомче. Ти си страхотно дете. Майка ти… тя не е добра мама. Артьом се гушваше. В него се загнезди нещо студено и непознато, щом мислеше за майка си. След месец Анна забеляза промяната. – Артьом, ела, ще те прегърна! Синът се дръпна. – Не искам. – Защо? – Просто не искам. Побягна при баба си. Анна остана с протегнати ръце насред детската. Нещо се беше счупило в досегашния ѝ живот. Валентина наблюдаваше доволна от коридора. – Скъпи – Анна опита вечерта при Артьом, – сърдит ли си ми? – Не. – Тогава защо не искаш да играеш с мен? Артьом сви рамене, погледът беше чужд. – Искам при баба. Анна го отпусна. В гърдите ѝ бе кухо. – Максим, не познавам вече Артьом – призна вечерта на мъжа си. – Избягва ме. Преди не беше така. – Хайде, де. Децата са такива – днес едно, утре друго. – Не е каприз. Гледа ме, сякаш съм… лоша. – Ани, преиграваш. Мама го гледа по цял ден – просто се е привързал. Анна млъкна. Максим се обърна към телефона. – Мама те обича, – Валентина гали внука преди сън, – но по свой начин. Студено. Не всички майки умеят да бъдат мили. Но мен никога няма да те боли от мен, аз винаги ще те защитя. Не като мама. Артьом заспиваше с тези думи. Сутрин гледаше майка си все по-далечно. Вече показваше кого предпочита. – Теме, хайде на разходка? – Анна подава ръка. – С баба искам! – Артьом… – С баба! Валентина грабваше ръчичката. – Защо се натискаш на детето? Ясно е, че не иска. Хайде, Артьомче, баба ще ти купи сладолед. Те си тръгваха. Анна остана, стиснала юмруци. Синът ѝ се отбягваше. Търсеше свекървата. Не разбираше защо. Вечерта Максим я намери на кухнята. Анна седеше пред изстинал чай, втренчена в стената. – Ани, ще говоря с него. Обещавам. Тя само кимна. Сили за думи вече нямаше. Максим седна при сина. – Артьом, разкажи на татко. Защо не искаш да си с мама? Момчето сведе поглед. – Просто така. – Просто така не е отговор. Мама те обиди ли? – Не… – Тогава? Мълчание. Шестгодишният не можеше да обясни нещото, което сам не разбира. Бабата каза, че мама е лоша и студена. Значи е така. Бабата не лъже. Максим излезе без резултат… Валентина вече кроеше следващата си стъпка. Снахата беше съвсем пречупена – личеше. Още малко и сама щеше да напусне. А Максим заслужаваше по-добра. Истинска. – Артьомче – прихвана го тя в коридора, докато Анна беше под душа, – знаеш, че баба те обича най-много на света? – Знам. – А мама… Мама не е добра, нали? Не прегръща, не гали, само се сърди. Горкото ми дете. Тя не чу стъпките зад себе си. – Мамо. Валентина се обърна. Максим стоеше в обхвата на вратата, лицето му бе бяло. – Артьом, върви при себе си – гласът тих, но твърд. Момчето избяга. – Максим, аз… – Всичко чух. Мълчание, тежко като камък. – Ти… – преглътна Максим. – Нарочно го настройваше срещу Ани? През цялото време? – Исках най-доброто! Тя е студена,… – Сприи! Гневът му прекъсна думите ѝ. – Стягай си багажа. Още днес. – Ще изгониш майка си? – Защитавам семейството си. От теб. Валентина мълча. В очите на сина си прочете присъдата – без шанс, без прошка. Час по-късно тя си тръгна. Без сбогуване… Максим откри Анна в спалнята. – Знам защо Артьом се промени. Анна го погледна с насълзени очи. – Мама… говорила му е, че си лоша, че не го обичаш. В това е проблемът! Анна застина. После въздъхна дълбоко. – Мислех, че съм лоша майка. Че си въобразявам неща. Максим я прегърна. – Ти си чудесна майка. Повече мама няма да се доближава до Артьом. Седмиците бяха трудни. Артьом пита за баба, не разбираше отсъствието ѝ. Родителите му говореха с обич и търпение. – Сине, – Анна го милва, – онова, което баба каза за мен… не е вярно. Обичам те. Много. Артьом гледаше с недоверие. – Ама ти си лоша. – Не съм лоша, просто строга. Искам да пораснеш добър човек. И строгостта е любов, разбираш ли? Момчето мисли. Дълго. – Ще ме прегърнеш ли? Анна го прегърна така силно, че Артьом се засмя… Ден след ден той се връщаше. Истинският Артьом – който тичаше към мама с нарисувана картинка, който заспиваше с нейната песен. Максим ги гледаше – щастлива Анна и усмихнат Артьом – и мислеше за майка си. Звънеше няколко пъти. Той не вдигаше. Валентина се оказа сама в апартамента си. Без внук. Без син. Искала да спаси Максима от неподхояща жена, но изгуби и двамата. Анна положи глава на рамото на Максим. – Благодаря ти, че оправи всичко. – Съжалявам, че толкова късно осъзнах. Артьом се втурна към тях и скочи на коленете на татко си. – Тате, мамо, ще отидем ли утре в зоопарка? Явно животът пак потръгваше…
Марийка, пак си оставила мократа хавлия на кукичката в банята, а? Гласът на свекървата, баба Евдокия